O novo filme da Disney, A Princesa e o Sapo, deve chegar em breve aos cinemas do mundo com uma grande novidade: a primeira princesa negra da empresa. O clássico conto de fadas será transportado para a Nova Orleans dos anos 1920, onde vive Tiana, uma garota de 19 anos. A animação promete algumas novidades, como a trilha sonora jazzística e uma sacerdotisa de vodu como fada madrinha. Tiana vai se juntar à lista de princesas da Disney, que além de personagens clássicas das histórias infantis conta com uma chinesa (Mulan), uma índia (Pocahontas) e uma árabe (Jasmine). O trailer oficial do longa pode ser visto aqui. Dica da Ticiana no seu blog EntreAspas.
Saturday, May 9, 2009
Renault Symbol | Become a Man
Comercial bem bacana para divulgar o Renault Symbol, na Argentina. A criação é da Publicis Graffiti, com produção da Primo, ambas de Buenos Aires. O vídeo tenta ilustrar, de uma forma bem bacana, alguns dos momentos cruciais na vida de um homem, que definem realmente a sua masculinidade. As cenas vão desde o primeiro pêlo, até mesmo o famoso e temído “exame do toque”. Muito bom. O objetivo é mostrar que comprar o Renault Symbol é um desses momentos importantes na vida de um homem. A direção é da dupla Nico & Martin. Via Y2
Labels:
Automóvel,
Campanha,
Comportamento,
Consumidor,
Marketing,
Planejamento,
Propaganda,
Público-Alvo
Friday, May 8, 2009
Thursday, May 7, 2009
Al Ries e suas visões do Marketing
Hoje encerramos o módulo Administração de Marketing no Mundo Contemporâneo, do MBA em Marketing FGV, que foi perfeitamente apresentado pelo Professor Carlos Eugênio Friedrich Barreto. No final da aula nos foi apresentado um video que abordava de forma simples e direta todos os principais conceitos assistido em sala de aula.
Al Ries é profissional de marketing e autor de diversos livros. Graduou-se em 1950 na DePauw University, tendo trabalhado na General Eletric e fundado a agência publicidade nova iorquina Ries Cappielo Colwell. Em 1994 abriu a empresa de consultoria Ries & Ries com sua filha Laura, graduada na Northwestern University com experiência na agência de publicidade TBWA.
Ries é um senhor simpático, carismático e com voz agradável. Mas senti que ele é um destes gurus que pregam o guruzismo.
Com guruzismo quero dizer lançar livros que pregam a morte de algo ou receitas práticas para ter sucesso como “A Queda da Propaganda” e “As 22 consagradas Leis do Marketing”. Em 1999 foi eleito uma das pessoas mais influentes no campo das Relações Públicas no século 20 pela revista PR Week.
Sua apresentação quase inteira foi vendendo uma fórmula mágica de ter apenas um produto por marca. Abaixo você confere essa apresentação e pode tirar suas próprias conclusões.
As 9 leis vencedoras do marketing, segundo Al Ries são:
1 - Liderança: "É melhor ser o primeiro do que ser o melhor".
2 - Categoria: "Se não puder ser o primeiro em uma categoria, estabeleça uma nova categoria em que seja o primeiro".
3 - Mente: "É melhor ser o primeira na mente do cliente que o primeiro no mercado".
4 - Percepção: "O Marketing não é uma batalha de produtos, é uma batalha de percepção".
5 - Foco: "Em Marketing, o mais poderoso conceito é representar uma palavra na mente".
6 - Dualidade: "Com o passar do tempo, todo mercado transforma-se em uma corrida com dois concorrentes".
7 - Opostos: "A estratégia de quem está almejando o segundo lugar é determinada pelo líder".
8 - Extensão de Linha: "Há uma pressão irresistível para estender o patrimônio líquido da marca" e, com isso, enfraquecê-la.
9 - Sinceridade: "Quando admitimos um negativo, o cliente em perspectiva nos dá um positivo".
São princípios estratégicos que mostram como conquistar mercados e manter-se competitivo no exigente mundo dos negócios da atualidade.
Al Ries é profissional de marketing e autor de diversos livros. Graduou-se em 1950 na DePauw University, tendo trabalhado na General Eletric e fundado a agência publicidade nova iorquina Ries Cappielo Colwell. Em 1994 abriu a empresa de consultoria Ries & Ries com sua filha Laura, graduada na Northwestern University com experiência na agência de publicidade TBWA.
Ries é um senhor simpático, carismático e com voz agradável. Mas senti que ele é um destes gurus que pregam o guruzismo.
Com guruzismo quero dizer lançar livros que pregam a morte de algo ou receitas práticas para ter sucesso como “A Queda da Propaganda” e “As 22 consagradas Leis do Marketing”. Em 1999 foi eleito uma das pessoas mais influentes no campo das Relações Públicas no século 20 pela revista PR Week.
Sua apresentação quase inteira foi vendendo uma fórmula mágica de ter apenas um produto por marca. Abaixo você confere essa apresentação e pode tirar suas próprias conclusões.
As 9 leis vencedoras do marketing, segundo Al Ries são:
1 - Liderança: "É melhor ser o primeiro do que ser o melhor".
2 - Categoria: "Se não puder ser o primeiro em uma categoria, estabeleça uma nova categoria em que seja o primeiro".
3 - Mente: "É melhor ser o primeira na mente do cliente que o primeiro no mercado".
4 - Percepção: "O Marketing não é uma batalha de produtos, é uma batalha de percepção".
5 - Foco: "Em Marketing, o mais poderoso conceito é representar uma palavra na mente".
6 - Dualidade: "Com o passar do tempo, todo mercado transforma-se em uma corrida com dois concorrentes".
7 - Opostos: "A estratégia de quem está almejando o segundo lugar é determinada pelo líder".
8 - Extensão de Linha: "Há uma pressão irresistível para estender o patrimônio líquido da marca" e, com isso, enfraquecê-la.
9 - Sinceridade: "Quando admitimos um negativo, o cliente em perspectiva nos dá um positivo".
São princípios estratégicos que mostram como conquistar mercados e manter-se competitivo no exigente mundo dos negócios da atualidade.
Labels:
Comportamento,
Marketing,
Negócios,
Planejamento,
Propaganda,
Publicidade,
Público-Alvo
Wednesday, May 6, 2009
McLaren Bluetooth
Um cara desenvolve um controle remoto de carrinho de corrida no seu telefone usando Bluetooth. Ele faz um vídeo com uma pista de corrida feita em um escritório, publica isso na internet e quem responde para eles? A McLaren! O cara leva o controle lá, eles adaptam para um carro de verdade. Observem quem pilota o carro e a cara do dele no final.
“Kindle gigante” pode ajudar a salvar os jornais impressos

Matéria publicada na seção de Negócios do New York Times especula a respeito do surgimento de uma espécie de Kindle com uma tela bem grande, que seria usado para a leitura de jornais e revistas. O novo gadget está sendo esperado com um certo otimismo pelos publishers americanos, já que poderia ser um fato novo na atual questão entre conteúdo pago e conteúdo grátis. A repórter contextualiza a importância de um produto como esse, apontando para a crise que vivem jornais e revistas dos Estados Unidos.
Para os jornalistas, a curiosidade da matéria está no parágrafo em que o autor coloca o próprio jornal na história e tenta buscar informações para o texto: “Um assessor da Amazon não comenta, mas algumas empresas de notícias, incluindo o The New York Times, deverão estar envolvidas no lançamento do aparelho, segundo pessoas que conhecem os planos. A assessora de comunicação do Times, Catherine J. Mathis, disse que não poderia comentar nada a respeito da relação da empresa com a Amazon”. Vida dura a de repórter. Via Desculpe a poeira
50 Cartas de Amor de Todos os Tempos

Para sempre é um livro de cartas. Cartas? Se a internet, o e-mail e os sites de relacionamento aproximaram as pessoas, democratizaram o conhecimento e diminuíram o mundo, cobraram no mínimo o preço de extinguir uma atividade que, em certas mãos, tornou-se ao longo da história uma verdadeira arte: escrever cartas. Cartas são diferentes de e-mails não por serem escritas no papel. Mas porque são escritas no papel, que tem de ser devidamente escolhido, além de reter de certa forma o contato com a mão que escreve; e porque são escritas à mão, cuja letra revela a idade, o sexo, a cultura, o estado de espírito do autor; e porque são escritas no isolamento e na distância, tornando-se um monólogo sensível e elaborado que deve, porém, ter em vista ser parte de um diálogo lentamente em construção; e porque, enfim, se tornam parte de quem as escreve (levando às vezes perfumes, às vezes lágrimas) e de quem as recebe. Certas cartas eram guardadas ao longo de toda a vida. E certas cartas são guardadas ao longo da história.
É o caso das escolhidas para integrar este livro. Todas traduzidas diretamente por vários tradutores, e reproduzindo conteúdos fac-similares, como os desenhos de Maiakóvski, além de trazerem pequenas notas sobre o autor – ou autora – e notas que esclarecem nomes e circunstâncias citados. Todas elas exemplos (e todas exemplares) daquele que foi o gênero supremo entre os inúmeros tipos de carta: a carta de amor. “‘As cartas fazem viver o amor’, já dizia o Conde de Bussy-Rabutin no século XVII. E foi em busca dessas cartas que reavivam o amor, que (re)acendem a chama da paixão, que este livro foi organizado”, esclarece a “nota do organizador”. “As cartas mais recentes predominaram sobre as mais antigas. Assim, a maior parte da coletânea se concentra nos últimos três séculos do milênio passado. Também procurou-se equilibrar as cartas em língua portuguesa e aquelas em línguas estrangeiras. Dessa forma, o leitor poderá encontrar não só cartas de autores brasileiros ou portugueses, mas também cartas originalmente escritas em latim, francês, inglês, entre outros idiomas”. A lista de autores fala por si: Cícero; Plínio, o Jovem; Tsui Inging; Henrique VIII; Sra. Shigenari; Voltaire; Beethoven; D. Pedro I; Victor Hugo; Musset; Chopin; Gonçalves Dias; Machado de Assis; Eça de Queirós; Rui Barbosa; Cruz e Sousa; Olavo Bilac; Franz Kafka; Gibran Khalil Gibran; Augusto dos Anjos; Fernando Pessoa; Katherine Mansfield; Antonio Gramsci e Maiakóvski.
Fim de carreira
Uma das poucas crenças que levo a sério é de que o mundo é uma soma zero. Pra cada coisa boa, surge uma ruim. Com os apps do iphone não seriam muito diferente, a cada dia muita coisa boa é lançada com muitos aplicativos que facilitam sua vida, mas em contrapartida tem cada um como o iSnort. É cada uma!!! Via UoD
A morte de um MacBook Air
Você é um Apple fanboy? Está preparado para cenas fortes? Aguentaria ver a morte de um MacBook Air? Então prepare-se para o vídeo abaixo.
Poderia ser a nova campanha da Microsoft, poderia ser um viral da IBM, mas certamente é só um cara p. da vida com o notebook mais fino do mundo (ainda é?).
De qualquer maneira, fica a idéia para a Crispin Porter + Bogusky. Agressividade galera, chega dessa história bonitinha de “I’m a PC”, nada disso ainda me fez trocar o meu MacBook. E MacBook Black, MacBook de macho, nada dessa frescura de Air. Via Brainstorm9
O cara pegou pesado, eu tive um sentimento de lamentação ao ver essas cenas..
Poderia ser a nova campanha da Microsoft, poderia ser um viral da IBM, mas certamente é só um cara p. da vida com o notebook mais fino do mundo (ainda é?).
De qualquer maneira, fica a idéia para a Crispin Porter + Bogusky. Agressividade galera, chega dessa história bonitinha de “I’m a PC”, nada disso ainda me fez trocar o meu MacBook. E MacBook Black, MacBook de macho, nada dessa frescura de Air. Via Brainstorm9
O cara pegou pesado, eu tive um sentimento de lamentação ao ver essas cenas..
Cerveja Bob Marley?
O licenciamento de produtos com a marca Bob Marley está provocando um racha na família do cantor e compositor jamaicano, morto em 1981 aos 36 anos. Uma reportagem publicada no jornal jamaicano The Gleaner (veja aqui) escancarou a briga entre a viúva do cantor, Rita Marley, e seu filho mais velho, Ziggy, também cantor, hoje vivendo nos Estados Unidos.
O motivo é um acordo firmado entre Rita e a empresa canadense Hilco com o objetivo de alavancar a marca Bob Marley. Pelo acordo, a empresa canadense rastrearia o uso irregular do nome do cantor em produtos piratas por todo o mundo e iniciaria uma ofensiva para tirar o máximo de proveito da marca. A empresa acredita que o nome tem potencial para gerar uma receita anual de mais de 1 bilhão de dólares anuais. Entre os produtos previstos com o nome Marley está uma nova marca de cerveja.
O filho do cantor é contra. Ele argumenta que a exploração ostensiva do nome de seu pai vai na contramão das crenças que o transformaram em um ídolo da contracultura. Marley era ostensivamente contrário ao estabilishment, defendia o consumo de maconha e, por ser rastafari, não consumia álcool. O filho diz que as chances do negócio com a empresa canadense decolar são mínimas.
Hoje o nome de Marley é usado em inúmeros produtos e empreendimentos. Um deles é um resort nas Bahamas, numa praia frequentada pela família na década de 70. Outra poderosa fonte de renda dos Marley são os royalties sobre as músicas. Abaixo um comercial genial da Vodafone com uma versão da música We're jammin' que virou We're roamin'. Via Exame/blogs/4p
O motivo é um acordo firmado entre Rita e a empresa canadense Hilco com o objetivo de alavancar a marca Bob Marley. Pelo acordo, a empresa canadense rastrearia o uso irregular do nome do cantor em produtos piratas por todo o mundo e iniciaria uma ofensiva para tirar o máximo de proveito da marca. A empresa acredita que o nome tem potencial para gerar uma receita anual de mais de 1 bilhão de dólares anuais. Entre os produtos previstos com o nome Marley está uma nova marca de cerveja.
O filho do cantor é contra. Ele argumenta que a exploração ostensiva do nome de seu pai vai na contramão das crenças que o transformaram em um ídolo da contracultura. Marley era ostensivamente contrário ao estabilishment, defendia o consumo de maconha e, por ser rastafari, não consumia álcool. O filho diz que as chances do negócio com a empresa canadense decolar são mínimas.
Hoje o nome de Marley é usado em inúmeros produtos e empreendimentos. Um deles é um resort nas Bahamas, numa praia frequentada pela família na década de 70. Outra poderosa fonte de renda dos Marley são os royalties sobre as músicas. Abaixo um comercial genial da Vodafone com uma versão da música We're jammin' que virou We're roamin'. Via Exame/blogs/4p
Tuesday, May 5, 2009
Sunday, May 3, 2009
Warren Buffett não quer mais saber dos jornais americanos

Durante a já tradicional reunião anual de acionistas do Berkshire Hathaway, Warren Buffett não colocou muita fé no modelo atual dos jornais americanos. A Berkshire Hathaway possui participação em dois jornais, o Buffalo News e um pedaço da Wahington Post Company mas segundo Buffett, sua companhia não compraria participação em mais nenhum jornal americano por preço nenhum. Ao ser perguntado sobre a que preço as ações dos jornais americanos começariam a ficar interessantes para os investidores, Buffett respondeu:
“O momento atual agrava a situação para os jornais. Eles eram essenciais para as pessoas 20 anos atrás. O poder de barganha era essencial para os consumidores. Eles perderam a natureza essencial. A erosão se acelerou drasticamente. Eles só eram essenciais para os anunciantes enquanto fossem essenciais para o leitor. Ninguém gostava de comprar publicidade em jornais - só que funcionava. Não vejo nada no horizonte que faça a erosão parar." Via HSM
Labels:
Comportamento,
Internet,
Investimentos,
Negócios,
Tendências
Aulas do MIT e Harvard no YouTube

Através de parcerias com instituições de ensino mundialmente renomadas como Harvard, MIT, Stanford, Yale, Wharton, Berkeley e mais uma centena(!) , o YouTube lançou um canal de vídeos reunindo gravações de palestras, aulas introdutórias e até da grade completa de alguns cursos dessas instituições!
O YouTube EDU disponibiliza um conteúdo riquíssimo, antes inacessível para a grande maioria dos mortais - seja pelo alto investimento necessário para frequentar uma dessas instituições, seja pelo tempo que é necessário dedicar para elas ou até pela própria dificuldade para ingressar - inteiramente grátis. Via UoD
Flora By Gucci

Abbey Lee Keshaw é a escolhida para dar forma e vida da campanha da nova fragrância da Gucci, Flora. As fotos foram feitas por Inez & Vinoodh e o vídeo, em um clima etéreo, mágico e surreal foi dirigido por Chris Cunningham, mestre na arte da publicidade e do video arte. O vídeo foi filmado na Letônia em um campo com 40.000 flores fakes. A trilha é Donna Summer… I Feel Love!
“Flora é leve, o aroma naturalmente floral evoca uma consumidora mais jovem com um ousado lado hedonista. Não quero dizer que é a filha de Flora Gucci por Gucci, mas talvez a irmã mais nova “, afirma Giannini. Via Ponnei
Música do Anúncio Perfume Flora by Gucci é o tema “I Feel Love” de Donna Summer.
Labels:
Campanha,
Embalagem,
Luxo,
Propaganda,
Publicidade
Saturday, May 2, 2009
Audi D7 Concept




Além do design clean, o que destaque o projeto conceito do modelo Audi D7 são os neons que facilitam a indentificação do veículo na noite. Para James Bond não serveria. Seria melhor o Aston Martin invisível que foi apresentado em Quantum Of Solace.
O valor além da funcionalidade
Uma conversa sobre objetos simples entre Stephen King, o "pai do planejamento" e Jeremy Bullmore. Via CHMKT
Temperos fresquinhos

Uma idéia simples e legal porque a gente não tem tempo de ter sempre os temperos fresquinhos em casa e vivemos repetindo que um dia vamos arranjar tempo e espaço pra fazer um hortinha, mas isso nunca acontece. Ai vem o Jamie Oliver e simplifica tudo: você compra esse pacotinho fechado, corta a parte de cima, rega e pronto! Seu tempero fresquinho aparecerá em poucos dias! Via Gourmet UoD
Você é sinestésico? Um teste
Acho superinteressante o conceito de sinestesia. Simplificadamente, é quando os sentidos (tato, olfato, visão, audição e paladar) se cruzam. É, por exemplo, você dizer que ouve uma música com o corpo (tato), em vez de com os ouvidos (audição). É um conceito caro à literatura (incluindo-se aí poesia e letras de música) e às artes em geral mas também compatível com o marketing na alardeada era da experiência. Sinestesia não é só recurso de linguagem ou de ambientação; a gente também pode ser sinestésico. Se você olha uma imagem e escuta um som, numa percepção sensorial cruzada, você é.
O vídeo abaixo, do California Institute of Technology (o grande CalTech), é um teste para quem quer descobrir se tem sinestesia auditiva: você ouve os pontos se mexendo, além de vê-los? Via UoD
O vídeo abaixo, do California Institute of Technology (o grande CalTech), é um teste para quem quer descobrir se tem sinestesia auditiva: você ouve os pontos se mexendo, além de vê-los? Via UoD
Carlton Draught: Drop The Bomb

A gigante Forster’s lançou recentemente uma campanha promocional bem bacana para a sua cerveja Carlton Draught, na Austrália. “Drop The Bomb” surge com os apresentadores da Fox FM, Hamish e Andy. A agência Clemenger BBDO Melbourne trabalhou em conjunto com a estação de rádio para desenvolver uma campanha interativa, inspirada no comercial de TV Skytroop, lançado em 2008. A promoção consiste em um carro ser jogado de um avião, com o objetivo de acertar um alvo de 20×20 metros com o logo da Carlton Draught.
Os participantes concorriam por uma chance na promoção ao doarem um carro velho (no caso, a bomba), onde o público decidia a pior bomba (no caso, o carro) e o vencedor iria lançá-lo das alturas. O vencedor foi Gillian Wright, um senhor que resolveu acabar com o seu Ford Laser ano 1991 (pô, nem é tão velho assim!). A promoção presenteou Gillian com uma Dodge Nitro e caso acertasse o alvo ele ganharia $100,000. Um vídeo de 90 segundos foi lançado ao vivo através do site de Hamish & Andy, documentando toda a ação. Você o confere abaixo:
Via Ypsilon2
Labels:
Aviação,
Bebidas,
Cerveja,
Conceito,
Inovação,
Planejamento,
Propaganda,
Publicidade,
Youtube
“O homem mais interessante do mundo”
Uma campanha publicitária feita com muito feeling para a cerveja mexicana Dos Equis. De certa forma, “O homem mais interessante do mundo” dialoga com as brincadeiras envolvendo o ator Chuck Norris. “Quando está chovendo, é porque ele está pensando em algo triste”, diz a terceira das propagandas que eu coloquei acima. “Seu sangue tem cheiro de colônia”. Boa. Via Desculpe a poeira
Labels:
Cerveja,
Comportamento,
Planejamento,
Propaganda,
Publicidade,
Youtube
Thursday, April 30, 2009
Holger Pooten




Muito legal o trabalho de Holger Pooten. Ótimas fotos e uma direção de arte que fecha com chave de ouro esse belíssimo trabalho.
Labels:
Fotografia,
Portfolio,
Propaganda,
Publicidade
Ciclotte Exercise Bike


Um novo olhar sobre a bicicleta, deu a concepção do Ciclotte que foi exibido em Milão pelo designer Luca Schieppati. Feita inteiramente de fibra de carbono e muito leve é uma nova versão da bicicleta de rua. Será que funciona? Espero vê-la por ai algum dia.
Modern Alchemy



Encantador o design de produto desenvolvido para essas velas. Um artigo de luxo muito bem pensado e concebido. Confira no site daD.L. and Company.
Tuesday, April 28, 2009
Naked Pizza - Follow us for especial

Essa moda vai pegar. Ao invés de ligar para ficar por dentro das promoções, você pode seguir no Twitter. É a mídia convencional sendo utilizada para divulgar a mídia digital que ainda funciona como ferramenta de relacionamento com o cliente.
Sem falar na mídia espontânea que ta sendo gerada por conta dessa iniciativa. Ótima sacada!
Saiba mais aqui.
Labels:
Comportamento,
Criatividade,
Internet,
Marketing,
Propaganda,
Publicidade,
Tendências
Este será o seucomputador
Aproveitando o nome do blog(NANUVEN) e a nova tendência tencologica Cloud Computing (Computação nas nuvens), reproduzo aqui uma matéria que a revista Exame fez sobre essa novidade. É bom você ficar por dentro, pois em breve será algo muito comum no seu dia-a-dia.
Fotomontagem Germano Lüders
O mundo da tecnologia está às portas de uma transformação profunda: a computação vai ser centralizada numa grande nuvem, acessível pela internet - e isso muda tudo
O empresário carioca Marcelo Marzola, de 32 anos, se considera bastante versado em computadores, mas isso não o exime de passar apertos tecnológicos. Nos últimos anos, ele já teve vários discos rígidos queimados, e cinco pen drives seus simplesmente pararam de funcionar. Um deles o deixou na mão há dois anos, diante de uma plateia de 200 universitários em São Paulo. O dispositivo que continha a apresentação que Marzola faria simplesmente apagou. Os primeiros instantes foram de pânico. Os seguintes, de alívio. "Eu tinha feito uma cópia em um disco virtual. Acessei o documento pela internet. Foi minha sorte", diz Marzola. O executivo não sabe exatamente onde estava sua apresentação, mas isso pouco importa. A única certeza é que o arquivo estava armazenado em algum servidor do Google pelo mundo - ou, como se diz hoje em dia no mundo da tecnologia, na nuvem.
A indústria da computação é conhecida por criar jargões de curta vida útil, mas também por sofrer transformações profundas. Tudo indica que a computação nas nuvens, que salvou Marzola de um vexame, representa muito mais do que simplesmente a expressão da vez. A ideia de que a computação vai acontecer cada vez mais remotamente, em grandes parques de servidores interligados pela internet, promete mudar para sempre a maneira de lidar com os computadores.
Os PCs que conhecemos hoje são apenas a mais recente encarnação de uma máquina que nunca parou de mudar. No início dos tempos, o computador ocupava uma sala inteira, custava uma pequena fortuna e era privilégio exclusivo de grandes companhias. Depois vieram os minicomputadores, rapidamente suplantados pelos computadores pessoais - hoje ameaçados pelos smartphones e pelos netbooks, dispositivos de recursos técnicos modestos, mas perfeitamente adequados para a conexão com a internet. Com o movimento em direção à computação nas nuvens, ou cloud computing, no termo em inglês, o computador vai tomar uma nova forma. Ou, mais precisamente, ele vai perder sua forma, se dissolver, se esvaziar - talvez até mesmo desaparecer. O poder de computação será cada vez mais centralizado, ubíquo e invisível. Com a banda larga espalhada pelas ondas do ar e aparelhos simples, muitas vezes dotados apenas de um navegador de internet, será possível acessar qualquer tipo de programa e qualquer tipo de arquivo, de qualquer lugar. Eles estarão rodando no éter, na nuvem. Os recursos de processamento e armazenamento, hoje representados por centenas de milhões de PCs em cima de mesas, vão migrar para enormes centrais de dados, ou data centers, como o que ilustra a página anterior (ao lado). E o mundo digital, mais uma vez, passará por uma profunda mudança. "Os dados seguirão os usuários, e não o contrário", diz Rishi Chandra, gerente sênior de produtos do Google Enterprise.

Como tudo o que diz respeito ao mundo digital, isso significa um negócio potencial enorme. Empresas como Google, Microsoft, IBM, Dell e até mesmo a insuspeita varejista Amazon estão se posicionando para a disputa de um mercado que movimentou 46,4 bilhões de dólares no ano passado e até 2013 deve passar dos 150 bilhões de dólares, segundo o instituto de pesquisas Gartner Group. Todas estão de olho em clientes como a Azul. Quem chega hoje ao check-in da mais nova companhia aérea brasileira nem imagina, mas as informações dos passageiros não estão armazenadas num PC atrás do balcão nem em um servidor no próprio aeroporto. Elas estão a centenas de quilômetros dali, num data center da Symantec, empresa especializada em segurança da informação que também está se aventurando na prestação de serviços na nuvem. Por ser uma empresa nova, que não tem de carregar consigo o peso de ondas tecnológicas do passado, a Azul optou pelo modelo mais extremo de computação na nuvem. Os PCs usados pelos funcionários que prestam atendimento ao público, em lojas ou nos balcões de check-in, são o que se convencionou chamar de terminais burros. Trata-se de máquinas extremamente simples, que acessam um servidor central e têm baixo poder de processamento. Isso representa uma economia de até 35% nos custos de hardware, sem contar a economia com a manutenção: os terminais não exigem atualizações individuais de software nem correm risco de infecção por vírus, apenas para mencionar duas vantagens.
Essa reviravolta no modelo tradicional de computação é comparada pelo jornalista americano Nicholas Carr com o advento das redes públicas de eletricidade. Durante um breve período da Revolução Industrial, as grandes companhias tinham de gerar sua própria energia elétrica, mesmo que essa não fosse sua atividade-fim. Graças a um conjunto de inovações no final do século 19, porém, tudo mudou de forma radical. Linhas de transmissão permitiram separar a geração e o uso da eletricidade. "O que aconteceu com a geração de energia há um século agora acontece com o processamento de informações", escreveu Carr em A Grande Mudança - Reconectando o Mundo, de Thomas Edison ao Google. "Sistemas privados, montados e operados individualmente por empresas, estão sendo suplantados por serviços fornecidos sobre uma rede comum. A computação está virando um serviço, e as equações econômicas que determinam a maneira como vivemos e trabalhamos estão sendo reescritas."
Do lado da infraestrutura, começam a surgir sinais inequívocos da mudança das pequenas centrais de computação privadas para as grandes estações de fornecimento global. Um dos motivos é o mau aproveitamento dos recursos. Estima-se que o típico data center de uma empresa tenha apenas 6% de sua capacidade utilizada, segundo um levantamento da consultoria McKinsey. Empresas como Microsoft e Google estão investindo centenas de milhões de dólares em inovações para levar níveis de eficiência industriais a um tipo de instalação que, em pequena escala, costuma ter doses iguais de planejamento e improviso. A Microsoft deve inaugurar neste ano, nos arredores de Chicago, um data center de 45 000 metros quadrados cujo custo é estimado em 500 milhões de dólares e que vai contar com 400 000 servidores. O Google, de seu lado, foi ainda mais longe. Em vez de usar geradores em seus data centers, a empresa decidiu embutir uma pequena bateria em cada um de seus servidores, projetados e montados pela própria empresa. Além de mais barata, a solução garantiu a elevação dos índices de eficiência energética de 95% para 99%. A varejista Amazon oferece sua estrutura de mais de 100 000 servidores num modelo de aluguel. Basta um cartão de crédito para reservar um espaço no sistema que mantém no ar a maior operação de comércio eletrônico do mundo. A demanda cresceu de repente? Basta aumentar a capacidade contratada. Ficou aquém do esperado? Basta reduzir o tamanho do servidor virtual. Tudo é cobrado por hora de uso, como na conta de luz.
A computação nas nuvens vai transformar a infraestrutura da internet, mas seu impacto não para por aí. Os efeitos na economia serão cada vez mais visíveis, com empresas surgindo na velocidade de um clique. A facilidade do aluguel dos servidores virtuais permite a criação de companhias que existem apenas na internet, como é o caso da brasileira SambaTech, distribuidora de conteúdos digitais. A empresa trafega o equivalente a quase 5 000 DVDs por mês na rede e não comprou nenhum dos cerca de 40 servidores de que precisaria. Seus sistemas rodam em equipamentos alugados nos Estados Unidos e que em menos de 1 minuto preparam os vídeos que serão enviados aos celulares e ao YouTube. "O que permite hoje nosso negócio é o amadurecimento da internet para entregar serviços. Há cerca de cinco anos nossa empresa certamente não existiria", diz Gustavo Caetano, CEO da SambaTech.
As empresas de software também se preparam para o que promete ser a maior transformação da indústria desde seu nascimento, no começo dos anos 80. Software sempre foi vendido como um produto. O cliente compra uma licença de uso, paga um preço fechado e é forçado a pagar por frequentes atualizações - e muitas vezes também pelo serviço especializado para fazer o software funcionar. Com o modelo centralizado, a lógica passa a ser a do aluguel: paga-se uma taxa mensal, e os programas são acessados pela internet, sem nenhum tipo de trabalho extra. O exemplo emblemático é a americana Salesforce.com, de sistemas de relacionamento com clientes. Criada há dez anos, a start-up que se gabava por representar o "fim do software" finalmente começa a enxergar a realização de sua profecia. Desde 2007, a Salesforce dobrou o faturamento, para quase 1 bilhão de dólares, e chegou a 1,5 milhão de usuários. Empresas pequenas e médias ainda são a maioria dos clientes da Salesforce, mas as grandes também já começam a olhar para a nuvem com interesse. As principais iniciativas ainda envolvem nuvens privadas, ou seja, o uso de redes restritas aos funcionários. Mas a General Electric, uma das maiores companhias do mundo, contratou um sistema de gestão da cadeia de suprimentos baseado na web para controlar seus 500 000 fornecedores, espalhados em mais de 100 países, uma babel que gera custos de 50 bilhões de dólares por ano. O andamento das negociações, os contratos, as certificações e outros dados essenciais podem ser acessados de qualquer lugar do mundo: basta um computador conectado à internet. A GE também estuda alternativas para seu correio eletrônico. Entre as opções está até a versão corporativa do Gmail. O serviço de e-mail do Google é oferecido gratuitamente na web (quem paga a conta são os anunciantes), mas existe também uma versão paga para empresas. "Estamos analisando requisitos de segurança e estrutura. Se ele oferecer tudo o que precisamos, por que não?", diz João Lencioni, diretor de tecnologia da GE para a América Latina.
Para muitas empresas, porém, a opção inicial será pela criação de nuvens fechadas, como a que o laboratório Fleury montou para armazenar as imagens de exames realizadas em todas as unidades espalhadas no país. Esse é o cenário mais provável porque, apesar das promessas, as nuvens públicas têm muito a amadurecer. Ainda há um longo caminho a trilhar no que diz respeito às responsabilidades contratuais - e eventualmente legais - que os fornecedores de serviços estarão dispostos a assumir. "Essa é uma condição fundamental para o sucesso da computação em nuvem", diz Reinaldo Roveri, analista da consultoria IDC. Redes mais seguras, capazes de trafegar informações importantes, também são um ponto essencial. Outra dúvida crítica é a criação de padrões de interoperabilidade. A tentação dos grandes fornecedores é criar sistemas fechados que na prática impeçam seus clientes de efetuar uma troca de fornecedor, dada a complexidade da tarefa e os riscos envolvidos. No início de abril, a IBM apresentou um manifesto em favor de padrões únicos, mas a iniciativa foi rejeitada por Microsoft e Amazon, duas empresas-chave na onda da computação em nuvem. "As relações precisarão ser obrigatoriamente mais transparentes", diz Laura DiDio, analista da consultoria Information Technology Intelligence. Mas todas essas dúvidas, cedo ou tarde, serão resolvidas, mesmo que o preço sejam mudanças importantes no jogo de forças da indústria da tecnologia. As nuvens estão se formando no céu - mas a previsão do tempo é animadora.
Via Revista Exame/Por Camila Fusco
Fotomontagem Germano LüdersO mundo da tecnologia está às portas de uma transformação profunda: a computação vai ser centralizada numa grande nuvem, acessível pela internet - e isso muda tudo
O empresário carioca Marcelo Marzola, de 32 anos, se considera bastante versado em computadores, mas isso não o exime de passar apertos tecnológicos. Nos últimos anos, ele já teve vários discos rígidos queimados, e cinco pen drives seus simplesmente pararam de funcionar. Um deles o deixou na mão há dois anos, diante de uma plateia de 200 universitários em São Paulo. O dispositivo que continha a apresentação que Marzola faria simplesmente apagou. Os primeiros instantes foram de pânico. Os seguintes, de alívio. "Eu tinha feito uma cópia em um disco virtual. Acessei o documento pela internet. Foi minha sorte", diz Marzola. O executivo não sabe exatamente onde estava sua apresentação, mas isso pouco importa. A única certeza é que o arquivo estava armazenado em algum servidor do Google pelo mundo - ou, como se diz hoje em dia no mundo da tecnologia, na nuvem.
A indústria da computação é conhecida por criar jargões de curta vida útil, mas também por sofrer transformações profundas. Tudo indica que a computação nas nuvens, que salvou Marzola de um vexame, representa muito mais do que simplesmente a expressão da vez. A ideia de que a computação vai acontecer cada vez mais remotamente, em grandes parques de servidores interligados pela internet, promete mudar para sempre a maneira de lidar com os computadores.
Os PCs que conhecemos hoje são apenas a mais recente encarnação de uma máquina que nunca parou de mudar. No início dos tempos, o computador ocupava uma sala inteira, custava uma pequena fortuna e era privilégio exclusivo de grandes companhias. Depois vieram os minicomputadores, rapidamente suplantados pelos computadores pessoais - hoje ameaçados pelos smartphones e pelos netbooks, dispositivos de recursos técnicos modestos, mas perfeitamente adequados para a conexão com a internet. Com o movimento em direção à computação nas nuvens, ou cloud computing, no termo em inglês, o computador vai tomar uma nova forma. Ou, mais precisamente, ele vai perder sua forma, se dissolver, se esvaziar - talvez até mesmo desaparecer. O poder de computação será cada vez mais centralizado, ubíquo e invisível. Com a banda larga espalhada pelas ondas do ar e aparelhos simples, muitas vezes dotados apenas de um navegador de internet, será possível acessar qualquer tipo de programa e qualquer tipo de arquivo, de qualquer lugar. Eles estarão rodando no éter, na nuvem. Os recursos de processamento e armazenamento, hoje representados por centenas de milhões de PCs em cima de mesas, vão migrar para enormes centrais de dados, ou data centers, como o que ilustra a página anterior (ao lado). E o mundo digital, mais uma vez, passará por uma profunda mudança. "Os dados seguirão os usuários, e não o contrário", diz Rishi Chandra, gerente sênior de produtos do Google Enterprise.

Como tudo o que diz respeito ao mundo digital, isso significa um negócio potencial enorme. Empresas como Google, Microsoft, IBM, Dell e até mesmo a insuspeita varejista Amazon estão se posicionando para a disputa de um mercado que movimentou 46,4 bilhões de dólares no ano passado e até 2013 deve passar dos 150 bilhões de dólares, segundo o instituto de pesquisas Gartner Group. Todas estão de olho em clientes como a Azul. Quem chega hoje ao check-in da mais nova companhia aérea brasileira nem imagina, mas as informações dos passageiros não estão armazenadas num PC atrás do balcão nem em um servidor no próprio aeroporto. Elas estão a centenas de quilômetros dali, num data center da Symantec, empresa especializada em segurança da informação que também está se aventurando na prestação de serviços na nuvem. Por ser uma empresa nova, que não tem de carregar consigo o peso de ondas tecnológicas do passado, a Azul optou pelo modelo mais extremo de computação na nuvem. Os PCs usados pelos funcionários que prestam atendimento ao público, em lojas ou nos balcões de check-in, são o que se convencionou chamar de terminais burros. Trata-se de máquinas extremamente simples, que acessam um servidor central e têm baixo poder de processamento. Isso representa uma economia de até 35% nos custos de hardware, sem contar a economia com a manutenção: os terminais não exigem atualizações individuais de software nem correm risco de infecção por vírus, apenas para mencionar duas vantagens.
Essa reviravolta no modelo tradicional de computação é comparada pelo jornalista americano Nicholas Carr com o advento das redes públicas de eletricidade. Durante um breve período da Revolução Industrial, as grandes companhias tinham de gerar sua própria energia elétrica, mesmo que essa não fosse sua atividade-fim. Graças a um conjunto de inovações no final do século 19, porém, tudo mudou de forma radical. Linhas de transmissão permitiram separar a geração e o uso da eletricidade. "O que aconteceu com a geração de energia há um século agora acontece com o processamento de informações", escreveu Carr em A Grande Mudança - Reconectando o Mundo, de Thomas Edison ao Google. "Sistemas privados, montados e operados individualmente por empresas, estão sendo suplantados por serviços fornecidos sobre uma rede comum. A computação está virando um serviço, e as equações econômicas que determinam a maneira como vivemos e trabalhamos estão sendo reescritas."
Do lado da infraestrutura, começam a surgir sinais inequívocos da mudança das pequenas centrais de computação privadas para as grandes estações de fornecimento global. Um dos motivos é o mau aproveitamento dos recursos. Estima-se que o típico data center de uma empresa tenha apenas 6% de sua capacidade utilizada, segundo um levantamento da consultoria McKinsey. Empresas como Microsoft e Google estão investindo centenas de milhões de dólares em inovações para levar níveis de eficiência industriais a um tipo de instalação que, em pequena escala, costuma ter doses iguais de planejamento e improviso. A Microsoft deve inaugurar neste ano, nos arredores de Chicago, um data center de 45 000 metros quadrados cujo custo é estimado em 500 milhões de dólares e que vai contar com 400 000 servidores. O Google, de seu lado, foi ainda mais longe. Em vez de usar geradores em seus data centers, a empresa decidiu embutir uma pequena bateria em cada um de seus servidores, projetados e montados pela própria empresa. Além de mais barata, a solução garantiu a elevação dos índices de eficiência energética de 95% para 99%. A varejista Amazon oferece sua estrutura de mais de 100 000 servidores num modelo de aluguel. Basta um cartão de crédito para reservar um espaço no sistema que mantém no ar a maior operação de comércio eletrônico do mundo. A demanda cresceu de repente? Basta aumentar a capacidade contratada. Ficou aquém do esperado? Basta reduzir o tamanho do servidor virtual. Tudo é cobrado por hora de uso, como na conta de luz.
A computação nas nuvens vai transformar a infraestrutura da internet, mas seu impacto não para por aí. Os efeitos na economia serão cada vez mais visíveis, com empresas surgindo na velocidade de um clique. A facilidade do aluguel dos servidores virtuais permite a criação de companhias que existem apenas na internet, como é o caso da brasileira SambaTech, distribuidora de conteúdos digitais. A empresa trafega o equivalente a quase 5 000 DVDs por mês na rede e não comprou nenhum dos cerca de 40 servidores de que precisaria. Seus sistemas rodam em equipamentos alugados nos Estados Unidos e que em menos de 1 minuto preparam os vídeos que serão enviados aos celulares e ao YouTube. "O que permite hoje nosso negócio é o amadurecimento da internet para entregar serviços. Há cerca de cinco anos nossa empresa certamente não existiria", diz Gustavo Caetano, CEO da SambaTech.
As empresas de software também se preparam para o que promete ser a maior transformação da indústria desde seu nascimento, no começo dos anos 80. Software sempre foi vendido como um produto. O cliente compra uma licença de uso, paga um preço fechado e é forçado a pagar por frequentes atualizações - e muitas vezes também pelo serviço especializado para fazer o software funcionar. Com o modelo centralizado, a lógica passa a ser a do aluguel: paga-se uma taxa mensal, e os programas são acessados pela internet, sem nenhum tipo de trabalho extra. O exemplo emblemático é a americana Salesforce.com, de sistemas de relacionamento com clientes. Criada há dez anos, a start-up que se gabava por representar o "fim do software" finalmente começa a enxergar a realização de sua profecia. Desde 2007, a Salesforce dobrou o faturamento, para quase 1 bilhão de dólares, e chegou a 1,5 milhão de usuários. Empresas pequenas e médias ainda são a maioria dos clientes da Salesforce, mas as grandes também já começam a olhar para a nuvem com interesse. As principais iniciativas ainda envolvem nuvens privadas, ou seja, o uso de redes restritas aos funcionários. Mas a General Electric, uma das maiores companhias do mundo, contratou um sistema de gestão da cadeia de suprimentos baseado na web para controlar seus 500 000 fornecedores, espalhados em mais de 100 países, uma babel que gera custos de 50 bilhões de dólares por ano. O andamento das negociações, os contratos, as certificações e outros dados essenciais podem ser acessados de qualquer lugar do mundo: basta um computador conectado à internet. A GE também estuda alternativas para seu correio eletrônico. Entre as opções está até a versão corporativa do Gmail. O serviço de e-mail do Google é oferecido gratuitamente na web (quem paga a conta são os anunciantes), mas existe também uma versão paga para empresas. "Estamos analisando requisitos de segurança e estrutura. Se ele oferecer tudo o que precisamos, por que não?", diz João Lencioni, diretor de tecnologia da GE para a América Latina.
Para muitas empresas, porém, a opção inicial será pela criação de nuvens fechadas, como a que o laboratório Fleury montou para armazenar as imagens de exames realizadas em todas as unidades espalhadas no país. Esse é o cenário mais provável porque, apesar das promessas, as nuvens públicas têm muito a amadurecer. Ainda há um longo caminho a trilhar no que diz respeito às responsabilidades contratuais - e eventualmente legais - que os fornecedores de serviços estarão dispostos a assumir. "Essa é uma condição fundamental para o sucesso da computação em nuvem", diz Reinaldo Roveri, analista da consultoria IDC. Redes mais seguras, capazes de trafegar informações importantes, também são um ponto essencial. Outra dúvida crítica é a criação de padrões de interoperabilidade. A tentação dos grandes fornecedores é criar sistemas fechados que na prática impeçam seus clientes de efetuar uma troca de fornecedor, dada a complexidade da tarefa e os riscos envolvidos. No início de abril, a IBM apresentou um manifesto em favor de padrões únicos, mas a iniciativa foi rejeitada por Microsoft e Amazon, duas empresas-chave na onda da computação em nuvem. "As relações precisarão ser obrigatoriamente mais transparentes", diz Laura DiDio, analista da consultoria Information Technology Intelligence. Mas todas essas dúvidas, cedo ou tarde, serão resolvidas, mesmo que o preço sejam mudanças importantes no jogo de forças da indústria da tecnologia. As nuvens estão se formando no céu - mas a previsão do tempo é animadora.
Via Revista Exame/Por Camila Fusco
Doritos Seriously



Clever concept for a new line of Doritos from SevenZero:
"A concept to cover the full range of Doritos products and promotion. Based on the distinctive triangular corn chips in the form of warning signs, the design highlights the bold and intense flavours of Doritos." Via TheDieline
Chanel Fiole
Mercado de bens de luxo sofrerá redução
Segundo a consultoria Bain & Company, as vendas devem cair entre 15% e 20% nos dois primeiros trimestres de 2009.
O mercado global de bens de luxo enfrentará uma redução nas vendas entre 15% e 20% nos dois primeiros trimestres de 2009 (taxa de câmbio constante), encolhendo para € 153 bilhões, em comparação aos € 170 bilhões registrados em 2008. Quem garante é a consultoria Bain & Company, que divulgou uma atualização semestral do estudo Luxury Goods Worldwide Market Share. A Bain acredita que o mercado mundial de artigos de luxo começará a se estabilizar na segunda metade do ano, o que resultará em uma queda líquida de 10% para 2009.
“O declínio deste ano está afetando tanto as empresas de bens de luxo de primeira linha quanto as que oferecem produtos de menor preço,” afirma Claudia D’Arpizio, autora do estudo e sócia da Bain e especialista no mercado de bens de luxo. “Os consumidores de artigos de luxo estão gastando menos, viajando menos e se sentem menos confiantes. Os fabricantes também estão sentindo os reflexos da forte pressão e redução de preços das lojas de luxo”, complementa. Segundo a Bain, a queda pode chegar a 15% nas Américas e de 10% na Europa e no Japão, mercados que representam mais de 80% das vendas mundiais.
Entre as principais categorias de artigos de luxo, o vestuário sofrerá o maior impacto, com uma redução de 15%. Jóias e relógios deverão cair 12%, enquanto artigos de couro, sapatos e acessórios recuarão 10%. Cosméticos e perfumes de luxo serão as categorias que mais resistirão em 2009, com vendas de € 22.4 bilhões para cosméticos e € 18.4 bilhões para perfumes, números comparáveis com os de 2008. Via Consumidor Moderno
O mercado global de bens de luxo enfrentará uma redução nas vendas entre 15% e 20% nos dois primeiros trimestres de 2009 (taxa de câmbio constante), encolhendo para € 153 bilhões, em comparação aos € 170 bilhões registrados em 2008. Quem garante é a consultoria Bain & Company, que divulgou uma atualização semestral do estudo Luxury Goods Worldwide Market Share. A Bain acredita que o mercado mundial de artigos de luxo começará a se estabilizar na segunda metade do ano, o que resultará em uma queda líquida de 10% para 2009.
“O declínio deste ano está afetando tanto as empresas de bens de luxo de primeira linha quanto as que oferecem produtos de menor preço,” afirma Claudia D’Arpizio, autora do estudo e sócia da Bain e especialista no mercado de bens de luxo. “Os consumidores de artigos de luxo estão gastando menos, viajando menos e se sentem menos confiantes. Os fabricantes também estão sentindo os reflexos da forte pressão e redução de preços das lojas de luxo”, complementa. Segundo a Bain, a queda pode chegar a 15% nas Américas e de 10% na Europa e no Japão, mercados que representam mais de 80% das vendas mundiais.
Entre as principais categorias de artigos de luxo, o vestuário sofrerá o maior impacto, com uma redução de 15%. Jóias e relógios deverão cair 12%, enquanto artigos de couro, sapatos e acessórios recuarão 10%. Cosméticos e perfumes de luxo serão as categorias que mais resistirão em 2009, com vendas de € 22.4 bilhões para cosméticos e € 18.4 bilhões para perfumes, números comparáveis com os de 2008. Via Consumidor Moderno
Friday, April 24, 2009
Manobras incriveis com a bike rendem 2o lugar no ranking de videos
Nao há obstáculos para Danny MacAskill e sua bicicleta. Seus saltos e manobras ousadas foram reunidos em um clipe - 'Inspired Bicycles'. É o 2o video da semana, informa o Viral Video Chart - mencionado em 648 posts em blogs e assistido quase 1,5 milhao de vezes veja abaixo. Via BlueBus
Subscribe to:
Posts (Atom)









