Friday, January 15, 2010

5 Seeds Cider

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More package design from Australia's DiDonato for 5 Seeds Cider:

"From the brewers who bring you Tooheys Extra Dry, The Clean Crisp Taste has reinvented cider. 5 Seeds is a medium cider with tangy apple characteristics in both the aroma and flavour. The brand is inspired by the 5 Seeds of an Apple and the theme of Temptation. Its intricate design evokes the distinctive style of illuminated lettering and tattooing. It is produced as a tactile, pressure sensitive label that stands out from the crowd." Via thedieline.com

31 destinos para 2010

zank boutique hotel principal


No suplemento de turismo do New York Times, matéria em tópicos mostra 31 lugares que, segundo os editores do jornal, devem estar na lista de destinos para 2010. O Brasil está lá, representado pela Bahia (O Zank Hotel [foto], em Salvador, é um dos hotéis indicados). Via Desculpe a poeira

O novo mundo da filmagem digital

Stargate Studios Virtual Backlot Demo from Stargate Studios on Vimeo.



Uma boa amostra de como as técnicas digitais de filmagem e de edição estão mudando o trabalho nos estúdios. Via Desculpe a Poeira

It's a shot of tequila!

Hijos De Villa Pistol Reposado Tequila

Hijos De Villa Pistol Reposado Tequila

Hijos De Villa Pistol Reposado Tequila($30) Um tiro de Tequila!

Sixpack

Sixpack

Bacana esse Sixpack. Projetado por oooms. Não precisa levar a cerveja presa na camisa. Por ai é bem mais prático e ainda tem um design legal. Vou comprar o meu.

Physalia Concept

Vale a pena conferir o trabalho de Vincent Callebaut. Impressiona. Abaixo apresento “Physalia” : um projeto experimental com um jardim flutuante semi aquático e semi terrestre criado com a finalidade de limpar a água, tornando-a potável.

Uma viagem, mas uma viagem muito adequada para os dias de hoje.



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Thursday, November 26, 2009

Tuesday, October 20, 2009

100 hotéis na Europa que cobram até US$150

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Esta na lista das matéria mais lidas durante a semana no New York Times: 100 hotéis em cidades da Europa que cobram até US$ 150 pela diária. Uma boa lista para imprimir e arquivar no caderno. Acima, o Matisse B & B, em Roma, uma das indicações (72 euros). Em inglês.

Monday, October 5, 2009

Pense como um designer



O Garr Reynolds, autor do Presentation Zen, postou algumas dicas muito interessantes sobre como pensar como um designer. Esse modelo mental, segundo ele, pode ser fantástico para todos nós, seja qual for a profissão. Não tem nada a ver com o desenvolvimento de formas ou tornar as coisas mais bonitas – apesar de ajudar muito nisso. Esse tipo de raciocínio tem mais a ver com resolver qualquer tipo de problema.

Achei bem interessante, pois são dicas que poderiam muito bem se chamar “pense como um planejador". A dinâmica é parecida.

Vamos lá...

1 – Aceite as limitações:

Limitações e restrições são algo maravilhoso e nos levam a soluções mais criativas e engenhosas, que sem limites nunca seriam criadas ou descobertas. A questão é: como resolver um determinado problema com os recursos e tempo que você tem?

2 – Pratique a restrição:

Qualquer pessoa pode complicar e adicionar algo mais. Porém, é necessário ter muita disciplina mental e força de vontade para fazer as escolhas mais difíceis sobre o que incluir e o que excluir. O genial está, geralmente,no que você omite ou deixa de fora.

3 – Tenha um pensamento de iniciante:

Como diz o velho ditado, na mente de um especialista há poucas possibilidades, mas, na mente de um iniciante, o mundo está escancarado. Os designers entendem a necessidade de correr riscos, especialmente durante o início da exploração do problema. Eles não tem medo de quebrar as convenções. Bons designers tem a mente aberta e confortável com a ambigüidade no início do processo. É assim que as descobertas são feitas.

4 – Deixe seu ego de lado logo na entrada:

O que importa não é você, mas eles (seu público, pacientes, alunos, etc.). Olhe o problema do ponto de vista deles – se coloque no lugar deles. Não é uma coisa fácil. Exige uma quantidade enorme de empatia. Portanto, entre em contato com seu lado empático – uma habilidade pouco valorizada, mas que pode ser um diferencial enorme e a chave para entender o problema verdadeiramente.

5 – Foque na experiência do design:

O que importa não é a coisa em si, mas a experiência dessa coisa. Tem muito a ver com a dica anterior – se coloque no lugar deles. Como as pessoas interagem com a sua solução? Lembre-se que a maior parte do design tem um componente emocional. Muitas vezes esse é o componente mais forte – apesar dos usuários não saberem disso. Nunca seja negligente com o aspecto emocional das suas soluções.

6 – Torne-se um grande contador de estórias:

Geralmente, não é só o design – ou a solução para o problema - que é importante, mas sim a estória ao seu redor. Qual o significado da solução? Pratique ilustrando o significado das suas soluções, tanto verbalmente como visualmente. Comece com o geral e vá se aproximando dos detalhes, retorne para nos lembrar do tema ou conceito central, e então volte de novo para iluminar melhores os detalhes.

7 – Pense em comunicação, não em decoração:

O Design – até mesmo gráfico – não é beleza. Design não é estética, apesar deste ser um elemento importante. Mais do que qualquer coisa, o design é resolver problemas ou tornar a situação um pouco melhor do que antes. Design não é arte, apesar de haver arte no design.

8 – Tenha obsessão por ideias, não por ferramentas:

Ferramentas são importantes e necessárias, mas elas vão e vem com novas ferramentas que vão surgindo. Seja obcecado, portanto, por ideias. Apesar da maioria das ferramentas serem efêmeras, algumas das melhores ferramentas são um lápis e um pedaço de papel. Essas são, provavelmente, as mais úteis – especialmente no estágio do pensamento – pois são as mais diretas. Um bom conselho é ser análogo no início, com as ferramentas mais simples possíveis.

9 - Clarifique a sua intenção:

Design tem a ver com escolhas e intenções, não é nada acidental. o Design é um processo. O usuário final provavelmente não perceberá o design de alguma coisa. Acaba parecendo que é algo que simplesmente funciona, supondo que eles pensam sobre tudo isso, mas a facilidade de uso (ou de entendimento) não é acidental. É o resultado de escolhas e decisões cuidadosas.

10 - Aprimore sua visão e curiosidade e aprenda com as lições ao seu redor:

Bons designers são habilidosos em notar e observar. Eles são capazes de ver tanto a imagem mais ampla como os detalhes do mundo ao seu redor. Os humanos sempre buscam padrões naturais. Esteja atento ao que você e os outros buscam. O design é um modelo mental. Você é criativo, prático, racional, analítico e passional. Alimente essas aptidões.

11 – Aprenda todas as regras e saiba quando e porque quebrá-las:

Ao longo dos séculos, aqueles que vieram antes de nós estabeleceram diretrizes úteis e necessárias – geralmente chamadas de regras ou leis, e é importante conhecê-las. No entanto, algumas podem e devem ser quebradas de vez em quando, mas é preciso saber o porquê.
Via CHMKT

Monday, September 21, 2009

As cartas de Van Gogh

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O Times de Londres publicou uma matéria sobre a mais completa coleção de cartas do artista Vincent Van Gogh — um trabalho de 15 anos de um grupo de estudiosos. Via Desculpe a Poeira

Em busca do viral perfeito

Reco­mendo essa apre­sen­ta­ção para o pes­soal que fez, ten­tou fazer ou esta pla­ne­jando fazer um viral, são dicas bem vali­o­sas para seu viral não se trans­for­mar num fiasco. Via Promovendo.vc

W3haus | Outdoor com wi-fi

A agência W3haus, de Porto Alegre, instalou na cidade o que proclama ser o primeiro outdoor com conexão Wi-Fi do Brasil, quiçá, do mundo.

Como você pode ver pela imagem, o lugar não é tão glamouroso quanto aquela cafeteria na esquina do seu trabalho, nem tem garçonetes que passam servindo quitutes, mas bem, pelo menos a conexão é de graça. Eu também não recomendaria fazer isso se você quiser continuar chamando o notebook de seu. Via Brainstorm #9


Outdoor com Wi-Fi

Quanto tempo você leva para lançar um produto?

Qual é o tempo médio de planejamento para o lançamento de um produto na sua empresa? De acordo com a pesquisa que o Mundo do Marketing realizou com a TNS Research Internacional com profissionais de Marketing, leva-se menos de seis meses para a maioria das empresas colocarem um novo produto na prateleira. Este número é alarmante: 49% planeja em menos de seis meses, 18% em seis meses, 24% entre seis meses e um ano e apenas 9% em mais de um ano.

O levantamento explica muito bem porque os ciclos de produtos estão cada vez menores. E aí vemos onde está o problema. É claro que é no planejamento. Impossível conceber um produto vencedor em menos de seis meses. A pesquisa TNS Mundo do Marketing mostra outro dado infeliz para as empresas brasileiras. São elas que levam menos tempo para lançar um produto, sobretudo pequenas e médias.

Leia mais aqui. http://www.mundodomarketing.com.br/8,10437,empresas-planejam-lancamentos-em-ate-6-meses.htm

Como medir as mídias sociais?

A especialista em mídias sociais Amy Martin, da Digital Royalty, explica como mensurar resultados de ações em redes sociais. Via Blog dos Blogs

Friday, September 18, 2009

Som: Final de Semana



BF Goodrich | Nation of Go

Simplesmente fantásticos os projetos que as marcas vem executando com a plataforma mobile. O Nation of Go, criado pela The Martin Agency para a marca de pneus BF Goodrich, é um deles.

Trata-se de um aplicativo que permite compartilhar rotas de viagem com outras pessoas utilizando o celular (iPhone e Blackberry) e uma plataforma online. O aplicativo possui GPS e geo tagging, permitindo aos usuários gravar seus percursos em tempo real e deixar seus comentários ao longo do caminho. O mesmo pode ser feito manualmente no site, que funciona como uma comunidade conectando motoristas, rotas e histórias. A campanha inclui também ativações em mídias sociais, usando um blog, Twitter, Facebook, Flickr, Vimeo e o YouTube.Via Y2



Turismo romântico



A revista Travel + Leisure sugere 50 viagens “românticas”. A galeria de sugestões (um pouco americana demais, sublinho) começa com Fez, no Marrocos; passa por Los Cabos, México (foto); e também por Helsinki, na Finlândia.

Os homens mentem mais que as mulheres

O Daily Mail fez matéria sobre um estudo que diz o seguinte: os homens mentem duas vez mais que as mulheres – e pelo menos 6 vezes por dia. As mentiras são contadas para o chefe, para colegas de trabalho e para a parceira. O estudo ainda mostra que 83% das pessoas sabem identificar quando o parceiro esta mentindo. As mentiras mais frequentes de cada sexo, segundo o jornal, são:

Homens

1. Não há nada errado, eu estou bem!
2. Esta vai ser minha última bebida.
3. Não, sua bunda não parece grande com essa roupa.
4. Eu estava sem sinal.
5. Eu estava sem bateria.
6. Desculpe, eu nao vi sua ligação.
7. Eu nem bebi tanto assim.
8. Eu estou a caminho/Eu estou chegando.
9. Nao foi tão caro assim.
10. Eu estou preso no trânsito.

Mulheres

1. Não há nada errado, eu estou bem!
2. Ah! Não é novo, eu já tenho faz tempo.
3. Não foi tão caro assim.
4. Estava em promoção.
5. Eu estou a caminho/Eu estou chegando
6. Eu não sei onde está, eu nem toquei nisso.
7. Eu nem bebi tanto assim.
8. Eu estou com dor de cabeça.
9. Não, eu não joguei fora.
10. Desculpe, eu não vi sua ligação.

Tuesday, September 15, 2009

WWF Melting Men in Berlin


Puddles

Pre-schoolers & Ice people

5ª de Beethoven: partitura animada



A “partitura animada” da 5ª Sinfonia de Beethoven. Cada cor é um instrumento. Neste link estão as “legendas” (arquivo em PDF). A dica é do Silvio Herbas.

Opinião: A hierarquia do sucesso

Seth Godin*

Eu a vejo a hierarquia do sucesso da seguinte maneira:

1. Atitude
2. Abordagem
3. Objetivos
4. Estratégias
5. Táticas
6. Execução

Nós gastamos todo nosso tempo na execução. Usar essa cor ao invés dessa outra. Escolher esse provedor. Aquela cor. Esse material ou essa freqüência de envio.

Grande notícia: Ninguém jamais obteve sucesso em razão das táticas de execução aprendidas em algum livro com técnicas para principiantes.

As táticas te dizem o que executar. Elas são importantes, mas dirigidas por uma estratégia. A estratégia é que determina quais táticas podem funcionar.

No entanto, qual a razão de uma estratégia se os objetivos não estão claros ou são contraditórios?

Isso nos leva aos dois primeiros pontos, sobre os quais quase nunca ouvimos a respeito.

A abordagem determina como encaramos o projeto (ou nossa carreira). Você lê muitos livros? Faz muitas perguntas? Usa a ciência e testes ou prefere o instinto? É controlador? É prático? Qual foi a última vez que você admitiu um erro e fez uma correção dramática no percurso? Todo mundo tem um estilo, e, se você escolhe o errado, toda a estratégia, tática e execução do mundo não funcionará bem para você.

Que eu saiba, a parte mais importante de todas, que fica no topo da hierarquia, é a atitude. Por que você está fazendo tudo isso? Quais são as suas crenças para lidar com pessoas e problemas?

Algumas outras perguntas:
• Como você lida com o fracasso?
• Quando você desistirá?
• Como você trata seus concorrentes?
• Qual a personalidade que você busca nas pessoas que contrata?
• Como isso vai funcionar para você? Por que? É uma escolha intencional?
• Que tipo de decisão você toma quando ninguém está olhando?

Claro, você pode começar pela parte de baixo, focando a execução. Lendo um típico blog (ou indo a uma escola típica para pessoas de 16 anos de idade), parece ser isso o que você deve fazer. Que desperdício.

Não é estranho que essas seis perguntas são tão importantes e ainda quase ninguém fala ou escreve sobre elas?

Se o topo da hierarquia está bagunçado, nem a mais brilhante tática ou execução pode te ajudar.

*Seth Godin é um dos mais populares “gurus” do marketing na atualidade, autor de diversos livros e de um dos melhores blogs sobre o assunto. Via CHMKT

Crise? Que crise? Viva a crise!



As crises são necessárias! As crises são ótimas oportunidades de progresso! Podem parecer estranhas estas duas sentenças quando tantas empresas quebraram, uma multidão de pessoas perdeu o emprego e investidores viram suas fortunas evaporarem. Infelizmente, as crises são mesmo necessárias e, pior, sua ocorrência é inevitável de tempos em tempos.

As corporações são sistemas complexos adaptáveis às circunstâncias e se assemelham aos organismos vivos, e como tal não são como máquinas. Por ser um organismo vivo, as corporações estão igualmente sujeitas às leis da natureza. Para simplificar a idéia, vamos nos contentar com a menção de apenas três leis fundamentais que a natureza e as corporações compartilham: 1) o equilíbrio é sempre morte; 2) a inovação ocorre na iminência do caos; e 3) a auto-organização ocorre naturalmente.

Explicando melhor: o equilíbrio traz a morte porque um sistema vivo em estado de equilíbrio é menos reativo às mudanças que ocorrem a sua volta. É aquela conhecida fábula do sapo colocado dentro da chaleira com água. Ele não se apercebe que a água vai lentamente aquecendo e então morre cozido sem reagir. Assim é com as empresas líderes de mercado que dão pouco ou nenhuma atenção aos emergentes competidores que surgem do nada e abocanham fatia importante do mercado.

A inovação normalmente ocorre diante da séria ameaça do caos, da destruição repentina e sem aviso prévio quando, então, é necessária a descoberta de novas soluções para superar os problemas apresentados.

E, por último a auto-organização funciona como um experimento em que os componentes do sistema, no caso as corporações, se reestruturam criando novas formas de atuar que emergem do tumulto.

A lição que se tira é que o caos, as crises são necessidades a forçar o aperfeiçoamento das corporações, dos governos, da sociedade em geral. Da mesma forma que a natureza, as corporações devem reagir quando necessário, aperfeiçoando seus métodos e atitudes.

Fica, então, aqui o alerta: é necessário saber aonde se quer chegar para descobrir o melhor caminho. Voltando à teoria do caos necessário, convido os leitores a considerar que as crises podem ser vistas como um mal necessário a promover a ruptura do equilíbrio e produzir as mudanças tão necessárias à revitalização do sistema.

Em verdade, crises são nichos de oportunidades para todos aqueles que têm a capacidade de enxergar onde elas estão. A turbulência dos mercados serve para chamar atenção sobre a importância de planejar o futuro corrigindo, no presente, a trajetória a seguir. O maior desafio é encontrar a ordem em meio ao caos.

As crises servem para depurar, para separar os bons dos maus, os capazes dos incapazes. Os maus se dão mal; os bons se dão bem. Se você perdeu o emprego por causa da crise financeira que se abateu sobre o mundo globalizado, não se desespere. Pare, respire fundo e reflita se as suas competências são aquelas desejadas pelo mercado. Pode ser que você precise repaginar as suas credenciais para se manter competitivo e assegurar a empregabilidade nesses tempos de escassez de oportunidades. Via Julio Sergio / HSM

The Longest Way

The Longest Way 1.0 - one year walk/beard grow time lapse from Christoph Rehage on Vimeo.



Christophe Rehage havia planejado ir à pé de Pequim, na China, até a Alemanha.

Acabou completando 1 ano na estrada, 4.500 km, entre Pequim e Ürümqi, ainda em território chinês. Passando por lugares inacreditavelmente lindos, ele registrou tudo neste incrível vídeo em stop motion no estilo “mug shot”, entre praias, desertos, grandes cidades ou vilarejos, Christophe não somente se redescobriu como também demarcou o tempo através do comprimento da barba e do cabelo.

Além de tudo, o vídeo é de absurda qualidade e, sobretudo, bem editado e executado.

Se você está com vontade de viajar, respirar ar puro, ver outro mundo e se reinventar, fica aqui um ótimo empurrão de motivação. Via O Pequi

Gastronomia: as 50 melhores coisas para se comer no mundo (e onde comê-las)

O Guardian publicou uma lista bacana (em inglês): as “50 melhores coisas para se comer no mundo“. A lista mostra desde onde comprar o melhor azeite de oliva até onde encontrar o melhor sorvete. Polêmico, claro. Vale olhar. Via Desculpe a Poeira

Agência boa é a que tem boas ideias



Todo ano, a Advertising Age entrega o prêmio Small Agency of the Year para a agência de pequeno porte que mais se destacou ao longo do ano. Só podem concorrer as agências norte-americanas com menos de 75 empregados e agências de outros países com no máximo 50. A avaliação é feita por um júri de altos executivos de grandes agências e jornalistas especializados na área. Os critérios avaliados incluem portfólio de clientes, premiações, mas o que conta mesmo são os resultados financeiros e de crescimento.

Este ano, a vencedora foi a Rockfish, localizada na cidade de Rogers, Arkansas, no meio-oeste dos Estados Unidos. A agência funciona em um escritório íntimo e simples onde profissionais de tecnologia, designers e estrategistas de marketing desenvolvem soluções digitais para grandes empresas como Wallmart, Procter & Gamble, Tyson Foods e Hershey's.

A Rockfish nasceu em 2006, e o grande salto veio quando o Walmart a procurou para a criação do site Walmart Facts, destinado a fornecer notícias para jornalistas e meios de comunicação. A rede varejista gostou tanto da forma como a agência atua que, logo em seguida, encomendou outro projeto, agora o site MyWalmart.com, que conectou a empresa com seus 1.4 milhões de associados em todo o país. Com um grande cliente no portfólio e um modelo de negócio diferenciado, não demorou para a agência conquistar novos clientes de peso.

Em 2008, a Rockfish teve uma receita de 4.6 milhões de dólares e viu sua equipe passar de 35 para 56 pessoas. Para 2009, visa chegar a 7.8 milhões – um crescimento de quase 70%. Um índice assim já é algo incrível. Em meio à recessão, é ainda mais fantástico. Mas para isso, a Rockfish faz muito mais do que as agências tradicionais.

Seu negócio são as ideias. E isso fica evidente nas suas fontes de receita. Além do fee pago pelos clientes, a empresa possui linhas de produtos e serviços em diversas áreas. Uma delas é a marca de café Silver Joe's, voltada ao público que gosta de aventura. Seus produtos já podem ser encontrados em 400 pontos de venda, no Japão e Estados Unidos. Ela possui também o TidyTweet, um filtro de tempo real para ajudar as empresas a manter seu Twitter livre de spams, um site de recolocação profissional chamado CrazyHotJob.com, um software online para a gestão de igrejas, chamado Fourthbook.com, e alguns outros ainda em fase de teste.

Para coordenar tudo isso, a agência é dividida em dois braços: a Rockfish Interactive, que cuida dos trabalhos para clientes, e a Rockfish Labs, que funciona como uma incubadora de novas tecnologias e produtos. No caso do café, ela apenas gerencia a marca. A produção fica por conta de parceiros.

Segundo o fundador e presidente Kenny Tomlin, a intenção é ter apenas uma parte da receita vinda dos clientes da agência. O restante, diz ele, vem de negócios inovadores, que surgem das mentes criativas da equipe, e garantem um fluxo de caixa positivo. Para manter acesa a chama criativa, a agência premia os autores das melhores ideias com quantias de até 5.000 dólares.

Experiências como a do café Silver Joe's mostram que a Rockfish é mais do que capaz de construir marcas fortes – e isso realmente chama a atenção dos clientes. A moral da história, no entanto, é que, em um mercado movido por trabalhos criativos, destacam-se aqueles que aplicam essa mesma criatividade ao seu próprio negócio. E não só no dos outros. Via CHMKT