Friday, August 14, 2009
Som: Dany Brillant - Tu Vuo Fa L'Americano
“Tu vuo’ fa’ l’americano”, canção popular italiana, pinçada do filme “O talentoso Ripley”, de Anthony Minghella.
Bom final de semana.
Thursday, August 13, 2009
17 dicas para estratégias rápidas
O Richard Huntington, diretor de planejamento da Saatchi & Saatchi no Reino Unido, postou há pouco tempo 17 dicas bem interessantes para o desenvolvimento de estratégias rápidas. Com prazos tão curtos e cada vez menos tempo para resolver problemas de comunicação, esta habilidade passa a ser essencial.
Segundo Guy Murphy, Diretor Mundial de Planejamento da JWT, “A habilidade mais importante que os estrategistas precisam aprender nesta era é a velocidade. A qualidade da resposta estratégica é, agora, determinada em parte pelo tempo levado a criá-la. Estratégias demoradas, não importa o quanto sejam boas, nunca conseguirão ser grandiosas”.
Por outro lado, há quem diz que a velocidade pode comprometer o nível de inovação. Para Russel Davies, ex-gerente global de marca da Nike e ex-diretor de planejamento da Wieden + Kennedy, estratégias rápidas podem funcionar bem, mas dificilmente chegarão a uma solução inesperada e brilhante. Ele afirmou em um de seus posts que as “fast strategies” tendem a explorar menos possibilidades e a considerar menos incertezas. Outra causa apontada é a redução na quantidade de colaboração. Para uma boa estratégia rápida é melhor uma cabeça pensando, a não ser que se tenha uma equipe bem coesa – pronta para decisões rápidas.
Realmente, tempo para trabalhar pode fazer a diferença. Mas em uma época em que “tudo é pra ontem”, as dicas do Richard Huntington podem ajudar muito:
1. Tempo não é problema para criar uma estratégia, as ideias é que são. Se você conseguir encontrar uma ideia, achará tempo.
2. Ideias primeiro, depois os fatos. Os fatos só fazem sentido à luz de uma ideia.
3. Só existem dois critérios para julgar estratégias criativas – se são simples e se são interessantes.
4. É vital ser interessante. Estar certo é apenas importante.
5. Se você olhar para o mesmo lugar que todo mundo, você nunca encontrará algo interessante, não importa o quanto você é inteligente.
6. Toda grande solução vem de um grande problema. Tenha certeza de que entendeu o problema por trás do problema que você está tentando resolver.
7. Tudo pode te ajudar. Dê uma volta e pense em como toda loja, placa, anuncio, conversa e observação pode te ajudar a resolver o problema.
8. Esteja preparado. Leia todo tipo de coisa, por mais esquisita que seja.
9. Mantenha seu foco em descobrir coisas que você não tinha ideia de que não sabia.
10. Recorra sempre ás suas estratégias latentes – aquelas que sempre quis usar mas ainda não teve chance.
11. Lembre-se que uma ideia estratégica ultrapassada em uma categoria pode ser inovadora em outra.
12. Troque ideias com outras pessoas - online ou cara a cara -, mas não se envolva no cavalo de tróia da mediocridade: o brainstorm,
13. Pergunte a si mesmo o que o posicionamento da marca tem que pode ser relevante a todos nós.
14. Uma posição é uma opinião. Nós vivemos na era do diálogo e opiniões são o sangue vital de todos as conversas.
15. Planeje com base em você mesmo. Como você se sente em relação à marca, categoria ou ao mundo mais amplo? Como você explica seu próprio comportamento? Você é representativo, pois vive no mesmo mundo que qualquer outra pessoa.
16. Confie nos seus instintos – é o recurso mais confiável que você tem.
17. Estratégia rápida tem mais a ver com a capacidade de decidir do que com velocidade. Na maioria das vezes, precisamos é de mais coragem do que urgência.
Via CHMKT
Segundo Guy Murphy, Diretor Mundial de Planejamento da JWT, “A habilidade mais importante que os estrategistas precisam aprender nesta era é a velocidade. A qualidade da resposta estratégica é, agora, determinada em parte pelo tempo levado a criá-la. Estratégias demoradas, não importa o quanto sejam boas, nunca conseguirão ser grandiosas”.
Por outro lado, há quem diz que a velocidade pode comprometer o nível de inovação. Para Russel Davies, ex-gerente global de marca da Nike e ex-diretor de planejamento da Wieden + Kennedy, estratégias rápidas podem funcionar bem, mas dificilmente chegarão a uma solução inesperada e brilhante. Ele afirmou em um de seus posts que as “fast strategies” tendem a explorar menos possibilidades e a considerar menos incertezas. Outra causa apontada é a redução na quantidade de colaboração. Para uma boa estratégia rápida é melhor uma cabeça pensando, a não ser que se tenha uma equipe bem coesa – pronta para decisões rápidas.
Realmente, tempo para trabalhar pode fazer a diferença. Mas em uma época em que “tudo é pra ontem”, as dicas do Richard Huntington podem ajudar muito:
1. Tempo não é problema para criar uma estratégia, as ideias é que são. Se você conseguir encontrar uma ideia, achará tempo.
2. Ideias primeiro, depois os fatos. Os fatos só fazem sentido à luz de uma ideia.
3. Só existem dois critérios para julgar estratégias criativas – se são simples e se são interessantes.
4. É vital ser interessante. Estar certo é apenas importante.
5. Se você olhar para o mesmo lugar que todo mundo, você nunca encontrará algo interessante, não importa o quanto você é inteligente.
6. Toda grande solução vem de um grande problema. Tenha certeza de que entendeu o problema por trás do problema que você está tentando resolver.
7. Tudo pode te ajudar. Dê uma volta e pense em como toda loja, placa, anuncio, conversa e observação pode te ajudar a resolver o problema.
8. Esteja preparado. Leia todo tipo de coisa, por mais esquisita que seja.
9. Mantenha seu foco em descobrir coisas que você não tinha ideia de que não sabia.
10. Recorra sempre ás suas estratégias latentes – aquelas que sempre quis usar mas ainda não teve chance.
11. Lembre-se que uma ideia estratégica ultrapassada em uma categoria pode ser inovadora em outra.
12. Troque ideias com outras pessoas - online ou cara a cara -, mas não se envolva no cavalo de tróia da mediocridade: o brainstorm,
13. Pergunte a si mesmo o que o posicionamento da marca tem que pode ser relevante a todos nós.
14. Uma posição é uma opinião. Nós vivemos na era do diálogo e opiniões são o sangue vital de todos as conversas.
15. Planeje com base em você mesmo. Como você se sente em relação à marca, categoria ou ao mundo mais amplo? Como você explica seu próprio comportamento? Você é representativo, pois vive no mesmo mundo que qualquer outra pessoa.
16. Confie nos seus instintos – é o recurso mais confiável que você tem.
17. Estratégia rápida tem mais a ver com a capacidade de decidir do que com velocidade. Na maioria das vezes, precisamos é de mais coragem do que urgência.
Via CHMKT
Foster’s Beer | How to Speak Australian

A marca australiana de cerveja Foster’s acaba de trazer à tona mais uma leva de spots da sua clássica campanha “How To Speak Australian”, que surgiu em 1994.
Criada pela Digitas de Chicago, os novos comerciais de 15 segundos, como eram os antigos, apresentam de uma forma engraçada algumas definições de palavras em sua versão australiana (e bêbada) de ser. Depois de passar por conceitos como “Crack open a friendly” (2006) e “Be enormous” (atual), porém sem muito sucesso, a marca espera que trazendo uma campanha clássica e de grande repercurssão na época, irá atingir não só público-alvo de 24-36 anos, mas também os mais velhos, resgatando valores da marca. A campanha deve ganhar um website em breve.
No total serão 13 comerciais, dirigidos por Clay Weiner, com produção da Biscuit Filmworks. A marca espera disseminar os spots online em redes sociais, além de contar com banners em sites como Hulu e ABC (na página do seriado LOST). Via Y2
“Psychology Today”: existe amizade entre homens e mulheres?

Trecho de post que eu peguei no blog Mulher 7×7:
“(…) Quem já viu a clássica comédia romântica Harry & Sally: feitos um para o outro (1989), com Meg Ryan e Billy Cristal, conhece a pergunta feita pelo filme, lançada nesta cena em que Harry pega carona com Sally, amiga de sua namorada, para ir a Nova York estudar: existe amizade entre homens e mulheres?
Um artigo que está entre os mais lidos da revista americana Psychology Today traz de volta a questão. Nele, Geoffrey Greif, professor da Universidade de Maryland e autor de um livro sobre a construção das amizades masculinas (Buddy System: Understanding Male Frendships), diz que 75% dos homens e 65% das mulheres entrevistados em sua pesquisa têm amizades do sexo oposto.
Ele afirma que homens, em especial, apreciam amizades femininas. ‘Eles sentem-se mais confortáveis falando sobre sua intimidade com mulheres do que com outros homens. Elas seriam a continuidade de suas mães e professoras. Além disso, boa parte dos homens tem uma natureza competitiva e acreditam que falar abertamente sobre seus problemas com pessoas do mesmo sexo os deixaria enfraquecidos’, afirma Greif.
Barry, eletricista de 44 anos, casado, é um dos entrevistados da pesquisa. Ele diz que procura amizades femininas no trabalho e na vida social para fugir da competitividade do mundo dos homens. ‘Fico bem mais confortável com mulheres. Se não estou numa situação de conquista, sinto que não tenho que provar nada a elas. Elas dão melhores conselhos do que os homens’, afirma. Leland, gerente de banco de 40 anos, acredita que homens e mulheres têm mais o que trocar numa amizade. ‘Falamos dos nossos relacionamentos. Eu posso dar a ela a perspectiva masculina e vice-versa. Costuma ser produtivo’, diz (…). Via Desculpe a Poeira
Os homens por trás de algumas marcas de bebibas

Neste link, uma breve história dos homens que estão por trás de algumas bebidas famosas, como Charles Tanqueray, Facundo Bacardi, Alexander Gordon, Richard Hennessy, Piotr Smirnov, entre outros. (Em inglês). Via Desculpe a poeira
Tuesday, August 11, 2009
J&B lança caça ao tesouro online em uma Londres surreal

A J&B da Espanha acaba de lançar uma campanha digital para o verão europeu. A criação é da KesselsKramer (KK), que tinha a tarefa de criar um “evento digital” para o verão e que celebrasse o aroma e o sabor da bebida. Daí então surgiu a idéia de lançar uma caça ao tesouro online, estreladas por dois personagens ícones do aroma e sabor: um nariz e uma boca de 1 quilo de ouro 24 quilates, valendo €25.000 cada. A idéia da campanha é criar um game online onde os consumidores se registram e tem a chance de procurar e achar esses personagens, em uma Londres surreal e fictícia através do site www.jbonline.es, onde milhares de “pepitas” também foram escondidas e, ao serem encontradas, são trocadas por diversos prêmios.
Abaixo um vídeo lançado da campanha.
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Sunday, August 9, 2009
Soliloquy Super-Green Superyach


Soliloquy - Moving Superstructure from Merijn de Waard on Vimeo.
Soliloquy Super-Green Superyach designed by site. This 190-foot Soliloquy will be propelled from wind, solar and hybrid marine power technology. It looks cool, featuing three rigid-wing, motor-sailors. The Soliloquy Superyach combined of luxurious design, futuristic looking and green tech. Via LikeCool
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Hotéis: as piscinas mais bacanas

É um dos links mais acessados da Budget Travel: as piscinas mais bacanas de hotéis (clique e veja as 10 escolhas da revista). Acima, a piscina do Hotel Caruso Belvedere, em Ravello, Itália. Via Desculpe a Poeira
Flashbacks of a Fool
Flashbacks of a fool from kaatje on Vimeo.
A cena mais tocante e inacreditavelmente deliciosa em um filme feito recentemente. A fita britânica conta a história de um diretor de cinema falido (Daniel Craig) consumido pelas drogas que decide se matar. Nesse ínterim entre a vida e a morte, sua memória o lança ao passado e ele começa a reviver sua adolescência em flashs, assim como canta o ditado quando estamos dependurados por um fio de vida.
A trilha encantadora é Roxy Music - “If There Is Something”.
Estratégia : 10 tendências a monitorar
Foi publicado um artigo na edição de julho/2009 da revista Harvard Business Review um artigo - de autoria de Eric Beinhocker, Ian Davis e Lenny Mendonça - que apresenta 10 tendências a serem monitoradas por qualquer estrategista de plantão. Esse artigo é baseado nas forças subjacentes que ajudam a moldar o ambiente de negócios e buscar sinais de descontinuidade que são monitoradas pela McKinsey & Company que vão desde o crescimento em mercados emergentes à evolução do papel da empresa na sociedade. Avaliando esses fatores, os autores argumentam que, após a crise, o ambiente de negócios sofreu transformações e não voltará a ser o que era antes da crise.
Meu objetivo com esse post é relacionar essas 10 tendências, colocar a minha opinião sobre cada uma delas e provocar um debate sobre elas. Não é minha intenção colocar o conteúdo do artigo aqui até por respeito a publicação da revista. Portanto, se vocês querem mais detalhes sobre cada uma das tendências relacionadas no artigo, procurem a revista na banca e compre-a.
Vamos as tendências:
- Recursos sob pressão: Lembro-me de uma palestra que assisti do professor Vicente Falconi, cujo título era “A invasão dos bárbaros e as decisões empresariais de hoje”, em que o professor acredita que estamos diante de uma aceleração muito grande na economia e que coisas que serão decisivas daqui a 10 anos, mas que precisavam começar a ser preparadas hoje. Falconi apresentou o conceito histórico da palavra “bárbaros” como sendo todo aquele que não pertencia ao império romano, ou seja, eram povos pobres, nômades e pessoas com muita fome. Esses povos bárbaros eram motivados pela guerra para matar a sua fome. Fazendo um paralelo com os dias atuais, Falconi argumenta que a história se repete de formas diferentes, ou seja, o império romano mudou de mãos(países desenvolvidos ou primeiro mundo) e os bárbaros são os países excluídos desse império (países emergentes ou do terceiro mundo). Os países do novo império reunem cerca de 1 bilhão de pessoas, enquanto que os países “bárbaros” reunem em torno de 5 a 6 bilhões de pessoas. Muitos desses países “bárbaros” possuem economias em franco crescimento e farão parte do “novo império”, o que caracteriza, segundo o professor Falconi, a invasão dos ”novos bárbaros”. Esses bárbaros estão consumindo mais e a consequência disso é o aumento do consumo de recursos como combustível e água, o que naturalmente exerce uma pressão sobre os preços dessas comodities. Portanto, devemos nos preparar para um mundo em que haverá o encarecimento desses recursos como, por exemplo, os recursos minerais e hídricos;
- Globalização sob ataque: Essa é uma tendência que deve ser analisada em partes. Com relação ao comércio mundial, acredito que haverá uma retração, mais em decorrência da crise financeira e da insegurança do consumidor que ela gerou, mas deve ser retomada com a recuperação da economia. Um revés na globalização do comércio traria consequências muito grandes para o consumidor como consequência da diminuição da competitividade entre os mercados. Já a globalização financeira porque foi justamente a complexa conexão entre os mercados financeiros que envolveu vários países é que gerou o efeito cascata que afetou todos os países durante a crise financeira mundial. A consequência desse efeito é que aumentarão os mecanismos reguladores para evitar atividades de especulação financeira e o aumento de incentivos para investimentos em atividades produtivas, que passem a gerar riquezas através da produção e não a partir de engenharia financeira; More »« Less
- Confiança em empresas se esvai: Lembro-me de uma palestra do professor Michael Porter sobre responsabilidade socio-ambiental em que ele argumentava que a empresa deve realizar essa responsabilidade olhando para sua cadeia de produção e identificar atividades em que ela pode exerce-la. No caso dos bancos, por exemplo, seria não conceder empréstimos a empresas que exploram mão de obra infantil ou escrava. Dessa forma, as empresas começariam a resgatar a confiança da sociedade. Caso tal ação não fosse adotada pela empresa, o consumidor perderia a confiança na empresa e haveria desvalorização da marca. Outro aspecto a ser considerado é com relação a atração de talentos para trabalhar na empresa. Vale lembrar aqui um dos 25 desafios de gestão apresentados pelo professor Gary Hammel para construção da Gestão 2.0 que coloca como essencial garantir que o trabalho da gestão sirva a um propósito maior, uma vez que o foco no atendimento das expectativas do acionista não tem o poder de mobilizar plenamente a energia humana, ou seja, as práticas de gestão empresarial devem ser voltadas a metas mais nobres, socialmente relevantes;
Um papel maior para estado: Diante da crise financeira mundial, os governos tiveram que ter uma atuação muito forte para resgatar a confiança no mercado financeiro e para isso tiveram que liberar muitos recursos para socorrer o sistema financeiro. Ocorre que toda essa ação foi necessária devido a ausência do governo em alguns países na regulação do mercado financeiro. A consequência disso é um aumento da importância do estado enquanto regulador das atividades financeiras e estimulador de investimentos em atividades produtivas o que inibirá inovações no mercado financeiro, mas incentivará a inovação em atividades produtivas;
- Administração como ciência: Essa é uma tendência que eu discordo. Segundo os autores, dados, capacidades de processamento de computadores e modelos matemáticos estão transformando muitas áreas da gestão de arte em ciência. Na minha opinião, trabalhar apenas com o lado racional para a tomada de decisões é um equívoco muito grande, pois a maioria dos movimentos no ambiente de negócio depende muito do comportamento humano dentro desse cenário e isso dificilmente será possível de mapear em modelos matemáticos, por mais avançadas que essas técnicas sejam. Entendo que haverá um maior uso da racionalidade nas decisões estratégicas, mas nunca será excluído do processo a intuição de um gestor, além de não considerar os aspectos humanos e emocionais do ambiente de negócio, o que exige habilidades de arte para executar o processo de decisão dentro da empresa. Se fosse dessa maneira, não precisaríasmo de líderes e nem de planejamento, bastava jogar tudo em uma máquina e seguir o que ela estabelecer. Nesse caso, todas as empresas fariam sempre a mesma coisa, uma vez que essa “máquina administrativa” seria adotada por todos;
- Novos padrões de consumo: Essa tendência tem muita relação com a invasão dos “bárbaros” citado pelo professor Falconi na sua palestra. Esses “novos bárbaros” possuem necessidades e culturas diferentes de consumo. Se levarmos em consideração que dos 4 países que formam o BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) veremos que três dos quatro países estão na Ásia, o que muda o eixo do consumo dos Estados Unidos para o continente asiático. Outro fator a ser considerado é o aumento da longevidade humana que leva ao aumento da população idosa no mundo. Portanto, a oferta de produtos para consumo terão que levar em consideração esses aspectos;
- Ascensão da Ásia: Como escrevi na tendência imediatamente anterior, três dos quatro países do chamado BRIC estão no continente asiático. Para se ter uma idéia dessa mudança em relação ao Brasil, lembro-me de uma palestra do articulista Stephen Kanitz em um congresso em que ele apresentou o mapa mundi e perguntou sobre a localização do Brasil e da Nova zelândia. Todos responderam que o Brasil está mais próximo do centro do mundo, enquanto que a Nova Zelândia estava no final do mundo. Depois disso, ele mudou a forma como o Mapa mundi é apresentado e colocou a China como o centro do mundo(faça esse exercício você em casa). Diante disso, a Nova Zelândia passa a estar mais próxima do centro do mundo, enquanto que o Brasil passa a estar no fim do mundo. Nesse caso, o Brasil passaria a ter desvantagem na sua estratégia de competitividade no mercado exterior devido a maiores gastos com processos de logística, por exemplo;
- Setores de cara nova: Já escrevi aqui no blog sobre isso. Há uma tendência muito forte de consolidação em alguns setores devido a estratégia de aquisições e fusões. Isso ocorre notadamente no mercado bancário e de tecnologia da informação. Tal consolidação pode afetar a relação de forças competitivas se lembrarmos o modelo das cinco forças competitivas do professor Michael Porter, uma vez que, com a consolidação desses mercados, o poder de negociação desse fornecedores aumentaria consideravelmente;
- Inovação segue em frente: Essa é uma tendência mais do que óbvia. No cenário atual, assumirá maior vantagem competitiva quem perceber mais cedo quando haverá a recuperação da economia e começar a investir em inovação antes do início dessa recuperação. Como disse o professor Falconi “Temos que pensar que decisões temos que tomar agora para as transformações que virão daqui a alguns anos”. Empresas que mantiveram seus investimentos na geração de inovações estarão mais preparadas quando houver a retomada do crescimento da economia mundial;
- Estabilidade de preços em dúvida: Essa é uma tendência sobre a qual eu não tenho uma opinião formada. Segundo os autores, a ameaça imediata é de deflação, com o excesso de capacidade de produção fazendo considerável pressão para a queda dos preços de toda sorte de produtos, de alimentos in natura a material de construção. Ocorre que devido as iniciativas do poder público para conter a crise e turbinar o crescimento econômico fizeram surgir a possilibidade de volta da inflação. Quando o crescimento econômico voltar, bancos centrais terão de conter as forças inflacionárias sem inibir a recuperação - equilíbrio delicado que será dificultado ainda mais pela alta dos preços das comodities;
Como podemos perceber, o mundo dificilmente será o mesmo que antes da crise. Aliás, essa crise é na verdade uma vingança da nova economia em relação a velha economia, ou seja, o estouro da bolha financeira foi na verdade o estouro da bolha da era industrial. Como disse Peter Senge, no último fórum mundial de liderança organizado pela HSM, a crise representa um momento singular, uma oportunidade para que as empresas e pessoas repensem os conceitos e as premissas que as impedem de ver o quadro real. O quadro a ser construído deve ter como alicerce o desenvolvimento sustentável da nova economia e não o modelo exploratório da velha economia.
"Não vivemos em uma época de mudança, mas sim em uma mudança de época". Por Marcelão/ UoD HSM
“Keep the faith”
Meu objetivo com esse post é relacionar essas 10 tendências, colocar a minha opinião sobre cada uma delas e provocar um debate sobre elas. Não é minha intenção colocar o conteúdo do artigo aqui até por respeito a publicação da revista. Portanto, se vocês querem mais detalhes sobre cada uma das tendências relacionadas no artigo, procurem a revista na banca e compre-a.
Vamos as tendências:
- Recursos sob pressão: Lembro-me de uma palestra que assisti do professor Vicente Falconi, cujo título era “A invasão dos bárbaros e as decisões empresariais de hoje”, em que o professor acredita que estamos diante de uma aceleração muito grande na economia e que coisas que serão decisivas daqui a 10 anos, mas que precisavam começar a ser preparadas hoje. Falconi apresentou o conceito histórico da palavra “bárbaros” como sendo todo aquele que não pertencia ao império romano, ou seja, eram povos pobres, nômades e pessoas com muita fome. Esses povos bárbaros eram motivados pela guerra para matar a sua fome. Fazendo um paralelo com os dias atuais, Falconi argumenta que a história se repete de formas diferentes, ou seja, o império romano mudou de mãos(países desenvolvidos ou primeiro mundo) e os bárbaros são os países excluídos desse império (países emergentes ou do terceiro mundo). Os países do novo império reunem cerca de 1 bilhão de pessoas, enquanto que os países “bárbaros” reunem em torno de 5 a 6 bilhões de pessoas. Muitos desses países “bárbaros” possuem economias em franco crescimento e farão parte do “novo império”, o que caracteriza, segundo o professor Falconi, a invasão dos ”novos bárbaros”. Esses bárbaros estão consumindo mais e a consequência disso é o aumento do consumo de recursos como combustível e água, o que naturalmente exerce uma pressão sobre os preços dessas comodities. Portanto, devemos nos preparar para um mundo em que haverá o encarecimento desses recursos como, por exemplo, os recursos minerais e hídricos;
- Globalização sob ataque: Essa é uma tendência que deve ser analisada em partes. Com relação ao comércio mundial, acredito que haverá uma retração, mais em decorrência da crise financeira e da insegurança do consumidor que ela gerou, mas deve ser retomada com a recuperação da economia. Um revés na globalização do comércio traria consequências muito grandes para o consumidor como consequência da diminuição da competitividade entre os mercados. Já a globalização financeira porque foi justamente a complexa conexão entre os mercados financeiros que envolveu vários países é que gerou o efeito cascata que afetou todos os países durante a crise financeira mundial. A consequência desse efeito é que aumentarão os mecanismos reguladores para evitar atividades de especulação financeira e o aumento de incentivos para investimentos em atividades produtivas, que passem a gerar riquezas através da produção e não a partir de engenharia financeira; More »« Less
- Confiança em empresas se esvai: Lembro-me de uma palestra do professor Michael Porter sobre responsabilidade socio-ambiental em que ele argumentava que a empresa deve realizar essa responsabilidade olhando para sua cadeia de produção e identificar atividades em que ela pode exerce-la. No caso dos bancos, por exemplo, seria não conceder empréstimos a empresas que exploram mão de obra infantil ou escrava. Dessa forma, as empresas começariam a resgatar a confiança da sociedade. Caso tal ação não fosse adotada pela empresa, o consumidor perderia a confiança na empresa e haveria desvalorização da marca. Outro aspecto a ser considerado é com relação a atração de talentos para trabalhar na empresa. Vale lembrar aqui um dos 25 desafios de gestão apresentados pelo professor Gary Hammel para construção da Gestão 2.0 que coloca como essencial garantir que o trabalho da gestão sirva a um propósito maior, uma vez que o foco no atendimento das expectativas do acionista não tem o poder de mobilizar plenamente a energia humana, ou seja, as práticas de gestão empresarial devem ser voltadas a metas mais nobres, socialmente relevantes;
Um papel maior para estado: Diante da crise financeira mundial, os governos tiveram que ter uma atuação muito forte para resgatar a confiança no mercado financeiro e para isso tiveram que liberar muitos recursos para socorrer o sistema financeiro. Ocorre que toda essa ação foi necessária devido a ausência do governo em alguns países na regulação do mercado financeiro. A consequência disso é um aumento da importância do estado enquanto regulador das atividades financeiras e estimulador de investimentos em atividades produtivas o que inibirá inovações no mercado financeiro, mas incentivará a inovação em atividades produtivas;
- Administração como ciência: Essa é uma tendência que eu discordo. Segundo os autores, dados, capacidades de processamento de computadores e modelos matemáticos estão transformando muitas áreas da gestão de arte em ciência. Na minha opinião, trabalhar apenas com o lado racional para a tomada de decisões é um equívoco muito grande, pois a maioria dos movimentos no ambiente de negócio depende muito do comportamento humano dentro desse cenário e isso dificilmente será possível de mapear em modelos matemáticos, por mais avançadas que essas técnicas sejam. Entendo que haverá um maior uso da racionalidade nas decisões estratégicas, mas nunca será excluído do processo a intuição de um gestor, além de não considerar os aspectos humanos e emocionais do ambiente de negócio, o que exige habilidades de arte para executar o processo de decisão dentro da empresa. Se fosse dessa maneira, não precisaríasmo de líderes e nem de planejamento, bastava jogar tudo em uma máquina e seguir o que ela estabelecer. Nesse caso, todas as empresas fariam sempre a mesma coisa, uma vez que essa “máquina administrativa” seria adotada por todos;
- Novos padrões de consumo: Essa tendência tem muita relação com a invasão dos “bárbaros” citado pelo professor Falconi na sua palestra. Esses “novos bárbaros” possuem necessidades e culturas diferentes de consumo. Se levarmos em consideração que dos 4 países que formam o BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) veremos que três dos quatro países estão na Ásia, o que muda o eixo do consumo dos Estados Unidos para o continente asiático. Outro fator a ser considerado é o aumento da longevidade humana que leva ao aumento da população idosa no mundo. Portanto, a oferta de produtos para consumo terão que levar em consideração esses aspectos;
- Ascensão da Ásia: Como escrevi na tendência imediatamente anterior, três dos quatro países do chamado BRIC estão no continente asiático. Para se ter uma idéia dessa mudança em relação ao Brasil, lembro-me de uma palestra do articulista Stephen Kanitz em um congresso em que ele apresentou o mapa mundi e perguntou sobre a localização do Brasil e da Nova zelândia. Todos responderam que o Brasil está mais próximo do centro do mundo, enquanto que a Nova Zelândia estava no final do mundo. Depois disso, ele mudou a forma como o Mapa mundi é apresentado e colocou a China como o centro do mundo(faça esse exercício você em casa). Diante disso, a Nova Zelândia passa a estar mais próxima do centro do mundo, enquanto que o Brasil passa a estar no fim do mundo. Nesse caso, o Brasil passaria a ter desvantagem na sua estratégia de competitividade no mercado exterior devido a maiores gastos com processos de logística, por exemplo;
- Setores de cara nova: Já escrevi aqui no blog sobre isso. Há uma tendência muito forte de consolidação em alguns setores devido a estratégia de aquisições e fusões. Isso ocorre notadamente no mercado bancário e de tecnologia da informação. Tal consolidação pode afetar a relação de forças competitivas se lembrarmos o modelo das cinco forças competitivas do professor Michael Porter, uma vez que, com a consolidação desses mercados, o poder de negociação desse fornecedores aumentaria consideravelmente;
- Inovação segue em frente: Essa é uma tendência mais do que óbvia. No cenário atual, assumirá maior vantagem competitiva quem perceber mais cedo quando haverá a recuperação da economia e começar a investir em inovação antes do início dessa recuperação. Como disse o professor Falconi “Temos que pensar que decisões temos que tomar agora para as transformações que virão daqui a alguns anos”. Empresas que mantiveram seus investimentos na geração de inovações estarão mais preparadas quando houver a retomada do crescimento da economia mundial;
- Estabilidade de preços em dúvida: Essa é uma tendência sobre a qual eu não tenho uma opinião formada. Segundo os autores, a ameaça imediata é de deflação, com o excesso de capacidade de produção fazendo considerável pressão para a queda dos preços de toda sorte de produtos, de alimentos in natura a material de construção. Ocorre que devido as iniciativas do poder público para conter a crise e turbinar o crescimento econômico fizeram surgir a possilibidade de volta da inflação. Quando o crescimento econômico voltar, bancos centrais terão de conter as forças inflacionárias sem inibir a recuperação - equilíbrio delicado que será dificultado ainda mais pela alta dos preços das comodities;
Como podemos perceber, o mundo dificilmente será o mesmo que antes da crise. Aliás, essa crise é na verdade uma vingança da nova economia em relação a velha economia, ou seja, o estouro da bolha financeira foi na verdade o estouro da bolha da era industrial. Como disse Peter Senge, no último fórum mundial de liderança organizado pela HSM, a crise representa um momento singular, uma oportunidade para que as empresas e pessoas repensem os conceitos e as premissas que as impedem de ver o quadro real. O quadro a ser construído deve ter como alicerce o desenvolvimento sustentável da nova economia e não o modelo exploratório da velha economia.
"Não vivemos em uma época de mudança, mas sim em uma mudança de época". Por Marcelão/ UoD HSM
“Keep the faith”
As melhores cervejas do Reino Unido

Para quem gosta de cerveja: o Times de Londres fez uma matéria sobre o Great British Beer Festival, que elege as melhores cervejas do Reino Unido, em várias categorias. A grande campeão foi a Ruby Mild. A seguir, todas que levaram algum prêmio:
Champion beer of Britain Rudgate Ruby Mild
Mild bitter Surrey Hills Ranmore Ale
Best bitter Southport Golden Sands
Golden ale Dark Star American Pale Ale
Strong bitter West Berkshire Dr Hexter’s Healer
Speciality Nethergate Umbel Magna
Winter beer Oakham Attila
Via Desculpe a poeira
Friday, August 7, 2009
Johnnie Walker | The Walk

Simplesmente fantástico esse vídeo criado pela BBH de Londres para a marca lendária de whisky Johnnie Walker. Em uma caminhada pelos campos, o ator britânico Robert Carlyle conta toda a história da marca no conto chamado “The Man Who Walked Around The World”, buscando todas as raízes do whisky, desde os seus primórdios com o garoto John Walker e a sua jornada, uma verdadeira lição de vida, uma história de determinação que se estendeu por três gerações de uma família, que compartilharam da mesma paixão pela fabricação e destilação do seu whisky.
O mais bacana é que o filme parece ter sido todo filmado em uma única sequência, enquanto Robert desenvolve a história com perfeição. As filmagens aconteceram no tradicional condado de Perthshire, na Escócia. A produção é da HLA em parceria com a Glassworks, com direção de Jamie Rafn. Via Y2
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Art / Typography pieces in the latest Absolut campaign
Thursday, July 30, 2009
Coca-Cola / Estudo de novo produto a base de leite

A Coca-Cola está prestes a lançar seu mais novo produto: leite efervescente. A bebida irá misturar leite desnatado com água gaseificada, será aromatizada com frutas e adoçada com açúcar. Os cientistas que desenvolveram o produto em um laboratório da Coca em Atlanta garantiram que ele será embalado em uma garrafa de alumínio que evitará que o leite coalhe. A novidade, batizada de Vio, terá quatro tipos de sabores diferentes. A Coca-Cola já começou a testar a comercialização do produto entre consumidores dos EUA. O site BevNET.com, especializado em pesquisas de indústrias de bebidas, testou o sabor cítrico do Vio e parece não ter gostado muito. “O gosto do leite é muito forte e, por isso, tem um pouco de nata. Não parece doce até que você consuma uma garrafa inteira”, disse o site.
A bebida faz parte de uma iniciativa da Coca-Cola chamada Projeto Vida, que visa desenvolver projetos à base de leite. A intenção é que o Vio possa ser vendido como opção de bebida saudável, mas cada garrafa contém 26 gramas de açúcar e 1,5 grama de gordura. A novidade será lançada primeiro nos Estado Unidos e, se bem sucedida, no mundo todo. Os produtores de leite estão esperançosos – acham que o projeto da Coca-Cola pode aumentar o consumo da bebida.
Dica do Eris do promovendo.vc
Tuesday, July 28, 2009
Miller Create Your Future

It seems like the Russian division of Miller has held a contest called "Create Your Future". These are some of the winners and runners up. The website is all in Russian so thats what I gather. Via Thedieline
Porque a Coca-Cola ganhou da Pepsi nos últimos 100 anos
Wednesday, July 15, 2009
Como ter sucesso a partir de agora
Equilibrar vida pessoal e profissional está fora de cogitação. O negócio é fazer mais do que seu empregador espera de você.
Recentemente, antes de fazer uma palestra a uma turma de formandos, recebemos alguns conselhos sobre o que não falar. Em primeiro lugar, não deveríamos aborrecer os estudantes com clichês do tipo "a estrada a ser trilhada". Pediram também que evitássemos palavras da moda, como "sinergia" e "paradigma". E, principalmente, não deveríamos dizer aos estudantes que eles eram os melhores, os mais brilhantes e que o futuro lhes pertencia. Eles simplesmente cairiam na risada - ou, pior, ficariam entediados. Em vez disso, deveríamos deixar clara a péssima situação da economia e dar a eles o que querem ouvir: conselhos sobre como ter sucesso, apesar de tudo.
Três anos atrás, numa das colunas que escrevemos, dissemos aos formandos da época que "o caminho do sucesso dependia dos resultados obtidos" e que cada um deles deveria, a partir dali, "aumentar a expectativa que seu empregador tem de seu trabalho - e superar essa expectativa".
Acreditamos firmemente que esse conselho continua verdadeiro. Contudo, as circunstâncias atuais nos levam a acrescentar quatro pontos a esse "credo" - nosso objetivo não é apenas reforçá-lo, mas também prevenir os estudantes para o que virá de incerto e confuso mais adiante.
Os formandos provavelmente não vão gostar muito do que temos a dizer, assim como não há também ninguém que esteja satisfeito com a situação atual da economia. O primeiro novo mandamento é: esqueça um pouco o computador. Não pense que somos neandertais. Amamos as maravilhas da internet tanto quanto qualquer nerd. Estamos o tempo todo com o BlackBerry ao alcance da mão, e não paramos de digitar nem mesmo quando conversamos um com o outro, seja na hora do jantar, seja quando estamos assistindo a algum jogo. Amamos o Twitter. Acompanhamos o movimento de nossos filhos pelo Facebook. Mas hoje não estamos em busca de emprego ou promoção. Quando estávamos, tínhamos certeza de que os bons relacionamentos fazem diferença. Os relacionamentos verdadeiros talvez possam ser cultivados eletronicamente, mas não são construídos dessa forma. Portanto, da próxima vez que você for mandar um e-mail para algum colega de trabalho, pare um pouco e, em seguida, apague a mensagem. Depois, pegue o elevador ou vá até o fim do corredor e converse pessoalmente com ele. Aprenda a conhecê-lo e deixe que ele o conheça também. E se você pensa em trabalhar em casa durante dois ou três dias da semana porque "é mais simples" ou porque "tanto faz", é melhor parar de sonhar e cair logo na real. Se um dia você quiser chegar a líder, saiba que o contato pessoal é insubstituível.
Nosso segundo conselho provavelmente vai parecer ultrapassado, assim como o primeiro, mas para nós ele é um clássico que não envelhece jamais: primeiro temos de cumprir nossa obrigação para depois pensar em diversão (na verdade esse é um pensamento que roubamos de uma das músicas de Ringo Starr, ex-baterista dos Beatles). Para os formandos de hoje, como diz outro trecho da música, "as coisas não acontecem do jeito fácil". Se você foi contratado há pouco e espera poder equilibrar a vida profissional com a vida pessoal, sugerimos insistentemente que você esqueça essa ideia - pelo menos até conseguir ganhar um bocado de crédito graças a um desempenho brilhante. Neste admirável mundo novo, em que a taxa de desemprego nos Estados Unidos é de mais de 9%, a flexibilidade é um prêmio que se ganha, e não uma coisa que alguém se julga no direito de usufruir.
Em terceiro lugar, ame todo mundo. Estamos falando sério. Vivemos em uma cultura de crítica e sarcasmo generalizados. Somos tentados a descartar quem parece menos bem-sucedido e a rotulá-lo de estúpido. Somos tentados também a cair na armadilha da política do meio em que trabalhamos, a fazer parte desta ou daquela panelinha, na esperança de que o nosso grupo saiba realmente das coisas. Tudo em vão. A maior parte das pessoas que você encontra em seu local de trabalho, pouco importa a posição hierárquica ou o título delas, sabe alguma coisa que você não sabe. Muita gente, seja qual for seu nível, pode orientá-lo em algum assunto. Portanto, procure se livrar de seu cinismo e escute o que todos têm a dizer. Isso vai fazer de você uma pessoa mais inteligente e também mais humilde. Se inteligência e humildade forem as duas principais características que as pessoas veem em você, considere-se um vencedor - a despeito do que esteja acontecendo com o produto interno bruto.
Nosso último conselho aos formandos foi dirigido especialmente aos diplomados na área de negócios: por favor, parem de se desculpar. Apesar de tudo o que se falou nos últimos tempos sobre o capitalismo, a imensa maioria das empresas emprega pessoas boas e decentes que realizam um trabalho honesto. Não há por que se sentir envergonhado. Vocês estão prestes a ingressar em uma profissão nobre. A área de negócios é uma das forças responsáveis pelo progresso. Ela cria empregos, oportunidades e esperança, e esses recém-formados farão parte desse mundo. Só isso já é motivo de festa.
Nossa mensagem final ao grupo foi que eles podiam comemorar. Que eles eram, sim, os mais inteligentes e os mais brilhantes. E que sem dúvida o futuro lhes pertence. Eles só precisam fazer tudo o que estiver a seu alcance - e um pouco mais. Via Portal Exame
Recentemente, antes de fazer uma palestra a uma turma de formandos, recebemos alguns conselhos sobre o que não falar. Em primeiro lugar, não deveríamos aborrecer os estudantes com clichês do tipo "a estrada a ser trilhada". Pediram também que evitássemos palavras da moda, como "sinergia" e "paradigma". E, principalmente, não deveríamos dizer aos estudantes que eles eram os melhores, os mais brilhantes e que o futuro lhes pertencia. Eles simplesmente cairiam na risada - ou, pior, ficariam entediados. Em vez disso, deveríamos deixar clara a péssima situação da economia e dar a eles o que querem ouvir: conselhos sobre como ter sucesso, apesar de tudo.
Três anos atrás, numa das colunas que escrevemos, dissemos aos formandos da época que "o caminho do sucesso dependia dos resultados obtidos" e que cada um deles deveria, a partir dali, "aumentar a expectativa que seu empregador tem de seu trabalho - e superar essa expectativa".
Acreditamos firmemente que esse conselho continua verdadeiro. Contudo, as circunstâncias atuais nos levam a acrescentar quatro pontos a esse "credo" - nosso objetivo não é apenas reforçá-lo, mas também prevenir os estudantes para o que virá de incerto e confuso mais adiante.
Os formandos provavelmente não vão gostar muito do que temos a dizer, assim como não há também ninguém que esteja satisfeito com a situação atual da economia. O primeiro novo mandamento é: esqueça um pouco o computador. Não pense que somos neandertais. Amamos as maravilhas da internet tanto quanto qualquer nerd. Estamos o tempo todo com o BlackBerry ao alcance da mão, e não paramos de digitar nem mesmo quando conversamos um com o outro, seja na hora do jantar, seja quando estamos assistindo a algum jogo. Amamos o Twitter. Acompanhamos o movimento de nossos filhos pelo Facebook. Mas hoje não estamos em busca de emprego ou promoção. Quando estávamos, tínhamos certeza de que os bons relacionamentos fazem diferença. Os relacionamentos verdadeiros talvez possam ser cultivados eletronicamente, mas não são construídos dessa forma. Portanto, da próxima vez que você for mandar um e-mail para algum colega de trabalho, pare um pouco e, em seguida, apague a mensagem. Depois, pegue o elevador ou vá até o fim do corredor e converse pessoalmente com ele. Aprenda a conhecê-lo e deixe que ele o conheça também. E se você pensa em trabalhar em casa durante dois ou três dias da semana porque "é mais simples" ou porque "tanto faz", é melhor parar de sonhar e cair logo na real. Se um dia você quiser chegar a líder, saiba que o contato pessoal é insubstituível.
Nosso segundo conselho provavelmente vai parecer ultrapassado, assim como o primeiro, mas para nós ele é um clássico que não envelhece jamais: primeiro temos de cumprir nossa obrigação para depois pensar em diversão (na verdade esse é um pensamento que roubamos de uma das músicas de Ringo Starr, ex-baterista dos Beatles). Para os formandos de hoje, como diz outro trecho da música, "as coisas não acontecem do jeito fácil". Se você foi contratado há pouco e espera poder equilibrar a vida profissional com a vida pessoal, sugerimos insistentemente que você esqueça essa ideia - pelo menos até conseguir ganhar um bocado de crédito graças a um desempenho brilhante. Neste admirável mundo novo, em que a taxa de desemprego nos Estados Unidos é de mais de 9%, a flexibilidade é um prêmio que se ganha, e não uma coisa que alguém se julga no direito de usufruir.
Em terceiro lugar, ame todo mundo. Estamos falando sério. Vivemos em uma cultura de crítica e sarcasmo generalizados. Somos tentados a descartar quem parece menos bem-sucedido e a rotulá-lo de estúpido. Somos tentados também a cair na armadilha da política do meio em que trabalhamos, a fazer parte desta ou daquela panelinha, na esperança de que o nosso grupo saiba realmente das coisas. Tudo em vão. A maior parte das pessoas que você encontra em seu local de trabalho, pouco importa a posição hierárquica ou o título delas, sabe alguma coisa que você não sabe. Muita gente, seja qual for seu nível, pode orientá-lo em algum assunto. Portanto, procure se livrar de seu cinismo e escute o que todos têm a dizer. Isso vai fazer de você uma pessoa mais inteligente e também mais humilde. Se inteligência e humildade forem as duas principais características que as pessoas veem em você, considere-se um vencedor - a despeito do que esteja acontecendo com o produto interno bruto.
Nosso último conselho aos formandos foi dirigido especialmente aos diplomados na área de negócios: por favor, parem de se desculpar. Apesar de tudo o que se falou nos últimos tempos sobre o capitalismo, a imensa maioria das empresas emprega pessoas boas e decentes que realizam um trabalho honesto. Não há por que se sentir envergonhado. Vocês estão prestes a ingressar em uma profissão nobre. A área de negócios é uma das forças responsáveis pelo progresso. Ela cria empregos, oportunidades e esperança, e esses recém-formados farão parte desse mundo. Só isso já é motivo de festa.
Nossa mensagem final ao grupo foi que eles podiam comemorar. Que eles eram, sim, os mais inteligentes e os mais brilhantes. E que sem dúvida o futuro lhes pertence. Eles só precisam fazer tudo o que estiver a seu alcance - e um pouco mais. Via Portal Exame
Sunday, July 5, 2009
Música: “La tour de pise“, de Jean François Coen.
Música boa para o domingo, finalzinho de noite: “La tour de pise“, de Jean François Coen.
Thursday, July 2, 2009
Tipos de copos para cerveja
Quem gosta de cerveja de verdade e não bebe apenas por beber ou pelo fator social, característica marcante dessa bebida, sabe que existem diferentes tipos de copos para cerveja, e que cada copo realça uma determinada característica, usualmente relacionada ao aroma e sabor da cerveja. Pensando nisso vou dar umas dicas aos meus caros leitores para que vocês possam apreciar todo o potencial das cervejas que bebem.
E caso vocês não acreditem muito nessa coisa de copo influenciar o sabor ou aroma da cerveja, façam um teste. Pode ser difícil notar as diferenças no começo, mas é apenas uma questão de treino. Outro detalhe interessante dos copos é a apresentação.
Sabe aquela coisa de cartão de visitas? Ser apresentável? Se vestir bem para conquistar aquela gatinha, ou no caso das mulheres, vestir-se bem e fazer uma bela maquiagem para ofuscar a beleza das outras? Então, isso se aplica para as cervejas também. Quando é utilizado o tipo certo de corpo para a cerveja escolhida, além do aroma e sabor, o primeiro olhar também é influenciado. Isso porque o formato do corpo além de deixá-la mais atraente, afeta diretamente no tempo de persistência do creme (popularmente chamado de espuma).
Pelo que sei essa história toda de copos começou na Bélgica, onde cada cervejaria produzia os copos específicos para as suas cervejas, de modo que suas características fosse realçadas e que sua marca/imagem fossem divulgadas. Mas temos que concordar que uma cerveja bem apresentada faz muita diferença no momento da degustação.
Já o aroma é uma das principais características da cerveja, e para mim a mais difícil de identificar. No momento em que os copos são desenhados ou projetados, consideram-se os aromas para que, segundo o fabricante, o formato do copo ajude a realçar o bouquet da cerveja. Com isso, nós apreciadores ganhamos muito mais sabor e prazer ao degustar uma cerveja.
Vejamos os tipos mais comuns de copos e algumas anotações:

* Copo para cerveja Pilsner, como o próprio nome indica, é ideal para as cervejas dos tipo Pilsner, as mais comumente encontradas no Brasil (Skol, Antártica, Kaiser e tantas outras).
* Copo para cerveja Lager usualmente utilizado para o chope. Muito conhecido no Brasil como tulipa. No entanto, não confunda esse tipo de copo com o tulipa. Veja abaixo.
* Copo caldereta, comumente usado para servir chope em algumas cervejarias, mas pode ser utilizado também para English e American Ales ou para algumas Lagers escuras. Seu tamanho possibilita servir um volume pouco acima de 300 ml.
* Pint, também chamado de Becker, é o copo mais comum em pubs ingleses e irlandeses, pois é simples, barato e comporta um grande quantidade de cerveja (568.26 ml). Ideal para as cervejas do tipo Bitter e Stouts.
* Copo tipo Weizen, mais um que o nome já diz muito. É ideal para cervejas do tipo Weiss, as de trigo (veja o post sobre esse estilo de cerveja), especialmente as alemãs. O tamanho e formato são interessantes pois facilitam a “pegada” e possibilitam que todo o conteúdo de garrafas de 500ml sejam colocados no copo, incluindo o fundo com as leveduras, e ainda sobra espaço para a espuma, como manda a tradição do estilo.
* Copo de cerveja tipo Tulipa é ideal para cervejas que possuem bastante creme, como a Duvel e outras Strong Ales belgas. O desenho é baixo e elegante, permitindo também observar a evolução do creme. A Tulipa parece mais com uma taça de conhaque, porém com a boca do copo virada para fora.
* Cálice para cervejas Trapistas. Na Bélgica é chamado de Goblet, e foi idealizado para saborear as grandes trapistas belgas. Também podem ser usados com os estilos Dubbel, Tripel e Quadrupel.
* Copo de cerveja tipo Flauta para cervejas Lambic. Mais usados para beber espumantes e champanhes, mas são ideais para cervejas do tipo Faro, Lambic, Gueuze ou as champegnoises, como a belga Deus e a brasileira Lust. O fato de serem esguios possibilita que o creme demore mais para se dissipar.
* Copo de cerveja tipo Caneca, ou melhor, o velho e bom canecão de chope.
* Copo de cerveja tipo Mass, que é uma caneca muito usada na Alemanha. É o típico canecão alemão no qual você pode colocar até 1 litro de cerveja. Ideal para quem bebe rápido ou não se importa com a temperatura da cerveja.
* Copo de cerveja tipo Yard. Esse é um dos copos mais estranhos. Conheci quando um amigo pediu por uma cerveja Kwak num restaurante aqui em Caterbury. Apesar de estranho a idéia é interessante pois não há contato da mão com o copo, o que faz com que a cerveja permaneça mais tempo na temperatura ideal.
* As taças não estão ligadas a nenhum estilo em específico, mas são cada dia mais usados com cerveja, seja pela elegância que confere, seja pela ergonomia que oferecem.
* O Tumbler é geralmente utilizado para beber cervejas tipo Witbier, com o a Hoegaarden. Estas cervejas não formam muito creme e por isso o copo não precisa ter uma boa curvatura ou a boca fechada.
* Os copos cilíndricos normalmente são usados para cervejas Kölsh e Altbier.
* Copos de Conhaque têm sido utilizado com as Barley Wines, Eisbock e Imperial Stouts (cervejas fortes). São ótimos para capturar os aromas, permitindo agitar a cerveja em movimentos rotativos leves. Via JMetzz
E caso vocês não acreditem muito nessa coisa de copo influenciar o sabor ou aroma da cerveja, façam um teste. Pode ser difícil notar as diferenças no começo, mas é apenas uma questão de treino. Outro detalhe interessante dos copos é a apresentação.
Sabe aquela coisa de cartão de visitas? Ser apresentável? Se vestir bem para conquistar aquela gatinha, ou no caso das mulheres, vestir-se bem e fazer uma bela maquiagem para ofuscar a beleza das outras? Então, isso se aplica para as cervejas também. Quando é utilizado o tipo certo de corpo para a cerveja escolhida, além do aroma e sabor, o primeiro olhar também é influenciado. Isso porque o formato do corpo além de deixá-la mais atraente, afeta diretamente no tempo de persistência do creme (popularmente chamado de espuma).
Pelo que sei essa história toda de copos começou na Bélgica, onde cada cervejaria produzia os copos específicos para as suas cervejas, de modo que suas características fosse realçadas e que sua marca/imagem fossem divulgadas. Mas temos que concordar que uma cerveja bem apresentada faz muita diferença no momento da degustação.
Já o aroma é uma das principais características da cerveja, e para mim a mais difícil de identificar. No momento em que os copos são desenhados ou projetados, consideram-se os aromas para que, segundo o fabricante, o formato do copo ajude a realçar o bouquet da cerveja. Com isso, nós apreciadores ganhamos muito mais sabor e prazer ao degustar uma cerveja.
Vejamos os tipos mais comuns de copos e algumas anotações:

* Copo para cerveja Pilsner, como o próprio nome indica, é ideal para as cervejas dos tipo Pilsner, as mais comumente encontradas no Brasil (Skol, Antártica, Kaiser e tantas outras).
* Copo para cerveja Lager usualmente utilizado para o chope. Muito conhecido no Brasil como tulipa. No entanto, não confunda esse tipo de copo com o tulipa. Veja abaixo.
* Copo caldereta, comumente usado para servir chope em algumas cervejarias, mas pode ser utilizado também para English e American Ales ou para algumas Lagers escuras. Seu tamanho possibilita servir um volume pouco acima de 300 ml.
* Pint, também chamado de Becker, é o copo mais comum em pubs ingleses e irlandeses, pois é simples, barato e comporta um grande quantidade de cerveja (568.26 ml). Ideal para as cervejas do tipo Bitter e Stouts.
* Copo tipo Weizen, mais um que o nome já diz muito. É ideal para cervejas do tipo Weiss, as de trigo (veja o post sobre esse estilo de cerveja), especialmente as alemãs. O tamanho e formato são interessantes pois facilitam a “pegada” e possibilitam que todo o conteúdo de garrafas de 500ml sejam colocados no copo, incluindo o fundo com as leveduras, e ainda sobra espaço para a espuma, como manda a tradição do estilo.
* Copo de cerveja tipo Tulipa é ideal para cervejas que possuem bastante creme, como a Duvel e outras Strong Ales belgas. O desenho é baixo e elegante, permitindo também observar a evolução do creme. A Tulipa parece mais com uma taça de conhaque, porém com a boca do copo virada para fora.
* Cálice para cervejas Trapistas. Na Bélgica é chamado de Goblet, e foi idealizado para saborear as grandes trapistas belgas. Também podem ser usados com os estilos Dubbel, Tripel e Quadrupel.
* Copo de cerveja tipo Flauta para cervejas Lambic. Mais usados para beber espumantes e champanhes, mas são ideais para cervejas do tipo Faro, Lambic, Gueuze ou as champegnoises, como a belga Deus e a brasileira Lust. O fato de serem esguios possibilita que o creme demore mais para se dissipar.
* Copo de cerveja tipo Caneca, ou melhor, o velho e bom canecão de chope.
* Copo de cerveja tipo Mass, que é uma caneca muito usada na Alemanha. É o típico canecão alemão no qual você pode colocar até 1 litro de cerveja. Ideal para quem bebe rápido ou não se importa com a temperatura da cerveja.
* Copo de cerveja tipo Yard. Esse é um dos copos mais estranhos. Conheci quando um amigo pediu por uma cerveja Kwak num restaurante aqui em Caterbury. Apesar de estranho a idéia é interessante pois não há contato da mão com o copo, o que faz com que a cerveja permaneça mais tempo na temperatura ideal.
* As taças não estão ligadas a nenhum estilo em específico, mas são cada dia mais usados com cerveja, seja pela elegância que confere, seja pela ergonomia que oferecem.
* O Tumbler é geralmente utilizado para beber cervejas tipo Witbier, com o a Hoegaarden. Estas cervejas não formam muito creme e por isso o copo não precisa ter uma boa curvatura ou a boca fechada.
* Os copos cilíndricos normalmente são usados para cervejas Kölsh e Altbier.
* Copos de Conhaque têm sido utilizado com as Barley Wines, Eisbock e Imperial Stouts (cervejas fortes). São ótimos para capturar os aromas, permitindo agitar a cerveja em movimentos rotativos leves. Via JMetzz
Guinness lança campanha global “To Arthur”, celebrando seus 250 anos

Recentemente já havía falado aqui no NANUVEM sobre os 250 anos da marca de cerveja Guinness.
Para quem não está sabendo, a famosa marca de cerveja Guinness, que sempre nos presenteia com belíssimas peças publicitárias, comemora 250 anos no dia 24 de setembro de 2009, e resolveu celebrar com diversas festividades ao redor do mundo, que inclui shows com grupos famosos como Black Eyed Peas, The Undertones, Soul II Soul, The Enemy, Wombats e muitos outros.
A marca acaba de lançar a sua primeira campanha global de TV, onde convida os consumidores de todo o mundo a erguerem o seu copo e fazer um brinde “To Arthur”, pelos 250 anos da marca. Só para constar um pouco sobre a sua história, em 1759, Arthur Guinness ao instalar a cervejaria no local de St. James’s Gate (em Dublin, na Irlanda), assinou um contrato para uso desse local por até 9000 anos a um valor de £45 por ano. Loucura, não? Saiba um pouco mais sobre a tudo isso aqui.
Estas e outras atividades celebram as origens da marca, quando Arthur Guinness abriu uma fábrica de cerveja e criou postos de trabalho melhorando as condições de vida da sociedade. A campanha explicando tudo sobre o 250º aniversário da marca se estende online através do Guinness.com.
A criação da campanha é da Saatchi & Saatchi EMEA, com produção da Partizan. Via Y2
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Marketing e Lucratividade
Desenvolver soluções customizadas em marketing e vendas resultam no aumento efetivo de resultados e lucratividade. Esse video abaixo do Professor de marketing David Reibstein explica bem a essência de como ter mais lucratividade com o marketing.
“Antes da batalha o planejamento é tudo. Assim que o tiroteio começa, planejar é inútil”. Dwight Einsenhower.
“Antes da batalha o planejamento é tudo. Assim que o tiroteio começa, planejar é inútil”. Dwight Einsenhower.
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