This title maybe misleading but the intention is pretty peaceful! Legend has it that after the World War II got over, American pilot Gale Halvorson airdropped candies in the name of hope, for the Berlin children. War equals devastation, so dropping candies instead of bombs was probably personal retribution. Inspired by this incident, designer Hwang Jin wook and pals have come up with a plan to combat deforestation and desertification of land in a similar fashion. Their mission is called “Seedbomb.”
Mission Seedbomb involves a bomber aircraft and charges full of the Seed Capsules. Essentially the project involves artificial dispersal of seeds over arid areas where natural vegetation has lapsed due to man-made follies like deforestation leading to desertification. Each capsule contains artificial soil and seeds, and are air-dropped over the selected regions.
Housed in biodegradable plastic, the artificial soil provides nourishment and moisture to the seed; till it grows out to be a strong enough plant to sustain itself. As the sapling matures, the plastic capsule melts away, leaving behind a brand new generation.
Sounds like Mission (im)Possible to me, however the logistics of desert environment and the kind of seeds to be dispersed will require a lot research and expertise from the botanists. Because once the capsule melts away and the artificial soil’s nourishment and moisture used up, it’ll take a lot of effort on the plant’s part to survive the harsh environment.
Designers: Hwang Jin wook, Jeon You ho, Han Kuk il & Kim Ji myung. Via Yankodesign
Essa semana fui convidado para colocar umas músicas no Blog O Homem Errado. Esse post vai rolar por lá, mas em primeira mão, rola por aqui. Espero que gostem.
Você Não Entende Nada/Cotidiano Chico e Caetano
Essa música foi gravada no Programa Chico e Caetano - Rede Globo de televisão (1986) Imagem em VHS e a letra dela é muito simples e fala o que todos queremos viver da maneira mais rústica possível. A nostalgia do vídeo dispensa comentários. Sempre acompanhei a evolução da música brasileira e sou um fã incondicional do trabalho desses dois. A letra é a síntese daquele lance que a gente sente de querer ir com o grande amor para uma ilha deserta, morar em uma cabana e viver da pesca e caça.
Hoje em dia acho que esse romantismo deu uma desacelerada o os casais contemporâneos preferem pegar um cruzeiro bacana ou passar esse tempo em uma ilha deserta, mas em um resort luxuoso com atendimento personalizado.
"Você não está entendendo nada do que eu digo Eu quero ir embora Eu quero dar o fora E quero que você venha comigo Todo dia, todo dia"
Pode me chamar Eddie
Essa é da gente, um som "Metropolitano", "Original Olinda Style", que busca inspiração na nossa cultura e brinca com situações que acontecem no nosso cotidiano. Uma banda originalmente rockeira do mangue beat, que encontrou um ponto entre o samba e reggae e caiu no gosto da galera.
Uma música muito bem produzida e uma letra que marca. Os caras acertaram na veia e acredito muito no potencial e no estilo da banda. Já estão sendo muito reconhecidos por ai e tem tudo pra se consagrar nacionalmente. É só botar a musica na novela das 8. (ironia viu?! Não precisa disso...)
"Sem muita coisa pra levar Sem quase nada pra fazer Sem muita coisa pra dizer e pra começar... Pode me chamar que eu vou....eu vou Quando me quiser eu vou.....olha que eu vou, eu já tô ai"
Hurricane Bob Dylan
Essa música conta a história de Rubin Carter, boxeador, conhecido como Hurricane (Furacão) que foi preso em 66, acusado de assassinato em primeiro grau. Foi libertado, após 19 anos de prisão, em 85. Sua história foi contada no filme Hurricane, interpretado brilhantemente por Denzel Washington Bob Dylan foi processado pela Patty Valentine, por ter usado seu nome na música.
Uma música que chama muito minha atenção, sei lá, eu fico mais agitado, tem uma sensação boa de euforia e felicidade. Isso é sentimentos e sentimento não se explica, se sente. Ela é uma das músicas da minha vida, sempre escuto várias e várias vezes. Artistas com carreiras sólidas merecem respeito. O resto é música efêmera, que é legal também!
"Agora todos os criminosos em seus paletós e gravatas estão livres para beber martinis e assistir o sol nascer enquanto Rubin fica sentado como Buda em uma cela de 3 metros um inocente num inferno vivo essa é a história do Furacão mas não terá terminado enquanto não limparem seu nome e devolverem a ele o tempo que serviu colocado numa cela de prisão, mas houve um tempo em que podia ter sido o campeão mundial"
Electric Feel MGMT
Para viver uma vida melhor preciso conhecer mais coisas e, principalmente, mais pessoas. Crescer interiormente, expandir minhas buscas e ampliar o raio de visão. Acredito, sinceramente, que este é um chão em que caminhamos juntos. Há muitas falhas e curvas perigosíssimas. Uma melhor condição de vida, sem dúvida, passa pelo modo como me relaciono com os outros. Não adianta ser feliz sozinho, é preciso compartilhar essa felicidade, é preciso ser mais acessível e sempre ser real . Não posso esperar ser amado incondicionalmente. Não é possível que me aprovem integralmente. Assim como não dá para querer que cuidem de mim a todo custo e procurem, antes de tudo, o meu bem.
Acho que preciso também desenvolver uma certa qualidade de percepção do mundo. Temos muitas opções na vida e somos nós que escolhemos o nosso caminho e definimos o nosso destino. Claro que sempre teremos surpresas e são elas que dão o toque mágico na vida. As transformações aceleradas do tempo ainda me deixam meio tonto, sem saber a direção.
Mas foi em 2002, que Andrew VanWyngarden e Ben Goldwasser formaram o Management sob uma densa névoa psicodélica que foi levemente se espalhando. No final de 2007, quase 2008, eles mudaram para o agnome MGMT e criaram Oracular Spectacular, um álbum criado num mundo repleto de histórias sobre a juventude, drogas e fama.
A banda é de Nova York e faz a "evolução natural de uma estética multi-instrumentalista do rock alternativo, que de tão composta faz brotar a semente malucona da indietronica", é uma viagem mesmo e ela ganhou um reconhecimento bacana da banda revelação de 2008.
Uma banda que consegue interpretar bem esse novo universo, com um som muito contemporâneo e atual ela aborda essa sensação elétrica em que vivemos.
Heartbeats The Knife
Acho bastante estranho quando ouço casais dizendo que nunca brigam. Sério, será que é possível viver com uma pessoa sem nenhuma desavença, os dois concordando com tudo o tempo inteiro? Nem tanto ao sol nem tanto à lua... In Medio Stat Virtus (a virtude está no centro), já dizia Aristóteles.
Pensando bem, o relacionamento nada mais é do que um ajuste entre duas pessoas diferentes, entre duas vidas diferentes, entre dois pontos de vista diferentes. Tudo isso graças ao amor, que funciona como uma espécie de imã espiritual, superamos essas diferenças e vivemos em paz, aceitando o outro como ele é, com seus defeitos e qualidades.
Aceitamos o outro como ele é, mas isso não significa que temos de concordar com tudo o que ele pensa. É importante manter algumas posições e opiniões justamente para não anular quem você é, para ser coerente com você mesmo. Lembre-se de que o outro também se apaixonou por você exatamente porque você era assim, do seu jeito.
Essa música transmite uma energia intensa, tem uma batida inspiradora e a letra fala de relacionamento, de uma noite confusa, um processo um pouco natural de acelerar a verdade e promessas feitas de dois apaixonados.
Hoje escuto bastante ela, não por essas características peculiares da composição, mas pelo ritmo e por essa energia que ela transmite.
Preste atenção. Se tudo der certo para o Google - e vem dando certo nos últimos anos - o jeito de você se comunicar vai mudar, mais uma vez. Esqueça twitter. Esqueça instant messenger. Pior. Esqueça email. Dos mesmos engenheiros que criaram o Google Maps, vem aí um novo killer (?) application: Google Wave. A apresentação tem mais de uma hora, mas o importante é entender a idéia por trás de Google Wave: como seria o e-mail se fosse inventado hoje? Comece imaginando uma combinação de instant messenger e e-mail com um “timeline”. Você estabelece um diálogo (uma wave) com uma ou mais pessoas, adiciona novos usuários, arquiva “conversações” e dá “playback” no diálogo para acompanhar o que foi discutido, destaca partes importantes, anexa fotos e documentos. Tudo isso dentro do browser. Mas Google Wave é bem mais que isso. Cada Wave pode morar dentro de um blog e a partir daí, agregar mais gente na conversação. Mobile? Tem também. Eu sei que vai parecer uma bobagem, mas assista ao demo com calma, porque o projeto é tão ambicioso, que realmente tem potencial para substituir email, instant messenger, twitter, flickr, docs e google reader, tudo de uma vez só. O sistema ainda não está disponível para os usuários, mas já foi apresentado para os desenvolvedores durante o Google IO. Via UoD
Quer rivalidade maior do que Corinthians e Palmeiras, Flamengo e Fluminense? São os bois Caprichoso e Garantido, do Festival de Parintins. A festa que acontece nos próximos dias, de 26 à 28 de junho, já forçaram a gigante Coca Cola a se adaptar a cultura amazonense e mudar a identidade visual da famosa lata vermelha.
Motivo? Os participantes do Caprichoso não consumiam os produtos da empresa, por ela possuir a cor da rival e muitas vezes compravam produtos Pepsi (que usam a cor azul!)
A solução? Com autorização da matriz americana, desde 2005 a Coca Cola Brasil produz latas especiais para o evento, substituindo o vermelho por azul.
Essa iniciativa mostra que por mais que queiramos manter uma identidade visual rígida e global, muitas vezes culturas específicas e consumidores específicos merecem atenção especial que acabam quebrando paradoxos de empresas centenárias.
Saindo um pouco do assunto “design” e para finalizar o texto. Os que sempre tiveram curiosidade e vontade de assistir o evento, mas nunca foram para o Amazonas, a Band deve transmitir o evento deste ano na íntegra! Vale a pena conferir essa que é uma das grandes manifestações culturais do nosso país.
Nem bem entendemos a Web 2.0 e já aparece um novo upgrade. Agora fala-se na Web 3.0, a Web Semântica onde a própria Web entenderá o significado do conteúdo que for publicado. Ainda estamos longe (ufa!) mas as primeiras empresas com “propostas semânticas” começam a aparecer. O Twine é uma delas, onde você pode seguir tópicos de interesse, criar grupos e publicar bookmarks. Ao invés de irmos até um buscador, aquilo que procuramos chega até nós. As informações são de acordo com nossos interesses e ainda são adicionandos os fatores social e “tempo real” às nossas “buscas”. Desde que iniciou em Outubro de 2008, o serviço cresce 40% por mês. A empresa foi fundada por ninguém menos que Nova Spivack, neto do mestre Peter Drucker. É incrível como no mundo das empresas online as mudanças são rápidas. Até pouco tempo atrás o Google estava sem concorrentes, agora já temos: Twitter, WolfranAlpha, Twine e em breve o Microsoft Vine. Via HSM
Na revista Travel + Leisure achei uma galeria dos “Melhores Novos Hotéis de 2009“. São 45 no total. O Uxua Casa Hotel, de Trancoso, está lá. Vale olhar. Acima, foto do Fontainebleau, de Miami. Via Desculpe a Poeira
Trabalho de Samuel Cockedey com time lapse video. As cenas são de Tokyo e foram captadas com câmeras Canon 350D e 5D DSLRs, processadas no Lightroom (raw files, ajuste de cor e redimensionamento), VirtualDub (deshaker/deflicker) e Sony Vegas (edição).
The ARS Electronica Center in Linz, Austria, has quite an impressive facade. It is actually a huge display, 1085 windows are equiped with fully controllable LED’s. “Lights On” is an audio visual performance, the visual programming with openFrameworks was done by Zachary Lieberman, Joel Gethin Lewis and Damian Stewart. Daito Manabe did the music with support from Taeji Sawai and Kyoko Koyama. The colors of the LED’s changed in realtime to the music that was broadcasted on speakers surrounding the building. They recorded the output, both the music and LED animation for later replay. Via todayandtomorrow
Para anunciar a sua chegada ao Twitter, a Vodafone lançou uma caça ao tesouro criada pela Dare, de Londres, tendo como prêmio 20 aparelhos HTC Magic (o rival do iPhone alimentado pela plataforma Android do Google).
A Vodafone divulgou pistas sobre a localização dos celulares através do seu seu Twitter, que lançou há um mês. A caça ao tesouro está sendo claramente eficaz em atrair seguidores no Twitter e a Vodafone parece estar fazendo um bom uso do serviço de micro-blogging. A marca decidiu usar o Twitter como uma ferramenta de serviço ao cliente e também como um canal mídia. Recentemente, por exemplo, sou o Twitter para comunicar em primeira mão que aboliu o roaming para o verão, para que as pessoas possam acessar seus textos no estrangeiro pelo mesmo preço que pagariam em casa. Via Paula Rizzo
Muito interessante esse efeito visual que acompanha os movimentos e sons das pessoas. O resultado é uma iluminação que funciona como uma instalação interativa. A experiência é no White Hotel de Bruxelas e a criação é do The Popcorn Makers.
Em 24 de setembro será comemorado o 250 º aniversário do Guinness com diversas festividades ao redor do mundo. O programa de celebrações da marca inclui um show com o grupo Black Eyed Peas, The Undertones, Soul II Soul, The Enemy, Wombats e muitos outros.
Além disto a Guinness anunciou a criação de um fundo especial (o Arthur Guinness Fund), que irá iniciar os seus trabalhos em setembro de 2009, e deve apoiar projetos que visam melhorar a sociedade. Esta atividade remonta às origens da marca, quando Arthur Guinness abriu uma fábrica de cerveja e criou postos de trabalho melhorando as condições de vida da sociedade.
A marca criou um comercial para falar deste fundo e convida os consumidores a irem aos pubs e colocarem a sua assinatura, como forma de apoio à iniciativa. A cada um milhão de assinaturas recolhidas a Guinness acrescenta 2,5 milhões de euros. Confiram abaixo:
Para Luiz Carlos Cabrera, especialista em gestão de pessoas, o profissional de alto desempenho não perde de vista os ciclos de sua vida e bem sabe que é preciso encerrá-los para obter melhores resultados. Saiba mais sobre o assunto neste artigo e por meio da apresentação de Cabrera no Fórum Mundial de Liderança e Alta Performance.
Luiz Carlos de Queiroz Cabrera, sócio da Panelli Mota Cabrera, tem quase quatro décadas de experiência em headhunting. Professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP), da Fundação Dom Cabral e do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, Cabrera é também muito solicitado como coach de altos executivos. Um dos conselhos que costuma dar ao seu público é “feche ciclos e espante os fantasmas”. Mais do que uma dica de carreira, trata-se de uma orientação para a vida.
Para ele, encerrar ciclos contribui para o desempenho superior, uma vez que nos alivia de pendências e nos libera para assumirmos plenamente novos projetos. Este será um dos pontos que abordará no Fórum Mundial de Liderança e Alta Performance, organizado pela HSM, que acontecerá nos dias 02 e 03 de junho.
Olhar para a vida em ciclos é recorrente na história humana. Os cientistas o fazem nas mais diversas disciplinas. Os filósofos e os poetas sempre o fizeram. E a natureza, essa parece saber mais de ciclos do que qualquer um de nós, que dela fazemos parte. Um dos aspectos interessantes desse olhar é a observação de um período de declínio e de um fim consequente. Um ciclo termina com uma espécie de morte, que não necessariamente é o fracasso. Um ciclo pode terminar para dar lugar a outro, no qual é possível que haja mais vida e novas conquistas.
Normalmente, vivemos vários ciclos simultaneamente, já que temos vários papéis na vida e, dentro deles, mais de um ciclo pode estar em aberto. Segundo o professor Cabrera, lidamos com algo em torno de sete a oito ciclos de uma só vez, e cada um pode estar em um estágio diferente: origem, processo ou conclusão. Ele mesmo nos dá os exemplos, conforme lemos em artigo publicado no jornal Meio & Mensagem: “Você pode estar começando num novo emprego, terminando uma relação, comprando uma casa, trocando de cidade, negociando um aumento, iniciando um curso de música, voltando a frequentar a academia”.
Para muitos de nós, deixar em aberto o ciclo da academia é um clássico. Vamos minguando nossas idas, colocando algum compromisso ou a preguiça à frente dos exercícios, e temos muita dificuldade em assumir que encerramos o ciclo, que não conseguimos manter a decisão de malhar ou mesmo que, simplesmente, não estamos com vontade de cuidar de nossa saúde. Assumir tamanho descaso para conosco mesmos é duro. Não fechamos, então, o ciclo –seja o da malhação ou o da procrastinação– e a pendência fica, talvez por culpa ou outra emoção subjacente. Continuamos matriculados na academia e no ciclo. Prejuízo duplo: nem reduzimos a barriguinha, nem esquecemos o assunto. Pronto: virou um fantasma.
Mas também é possível que a inclusão do ciclo da boa forma em sua vida tenha sido um exagero, algo que veio no momento errado. “É fundamental que você se conheça bem, para saber quantos ciclos abertos você consegue conduzir simultaneamente”, afirma o especialista na matéria, apontando para a base de tudo: autoconhecimento. É no reconhecimento de nossos desejos, nossas limitações e nossas forças que conseguimos equilibrar melhor os ciclos em nossa vida, ou seja, iniciá-los e finalizá-los no tempo adequado e da melhor maneira.
Fechar para quê? Não seria melhor deixar as coisas fluírem ou morrerem de inanição? E se empurrássemos aquele projeto com a barriga, em vez de ativamente fecharmos o ciclo? Cabrera explica que os ciclos que não encerramos geram desgaste emocional. Tornam-se âncoras em nossa vida. “Os ciclos deixados abertos se transformam em fantasmas que virão lhe assombrar em noites de insônia!”, alerta. O desgaste físico também pode vir com o estresse.
Se é difícil pensar na relevância da questão com um caso trivial como o da academia, pense naquele namoro que ficou mal parado, como se diz, ou naquele projeto que você lançou na empresa e nunca concluiu, deixando sua equipe tão ou mais frustrada que você.
Outro efeito comum da falta de fechamento dos ciclos é a repetição, que faz com que nós andemos em círculos (ainda que disfarcemos a repetição com nova roupagem), em vez de realmente iniciarmos nova fase. Ficamos na inércia, ou seja, não saímos do lugar até que uma força atue sobre nós. Que seja a nossa própria!
A recomendação do consultor é "sempre negociar a saída para não ter casos mal resolvidos lhe perseguindo pelo resto da vida". Negociar é um jeito de oficializar, para os outros envolvidos e até para si mesmo, que aquele ciclo, para você, está terminado –mesmo que o ciclo continue em evolução para outras pessoas.
Encerrando um ciclo na carreira Em palestra proferida na FGV e noticiada pela Agência Estado, Cabrera explicou que, das cinco esferas de desenvolvimento humano –trabalho, família, círculo de amizades, saúde e alma–o trabalho é a mais maleável. Afinal, iniciar um novo ciclo é sempre mais fácil em relação à carreira do que em relação à família, por exemplo, já que muito mais sentimentos e fatores estão em jogo na esfera familiar.
Cabrera ressalta que podemos bem perceber quando um ciclo chega ao fim no âmbito do trabalho. “Você para de aprender, sente que sua influência sobre as decisões está diminuindo e as relações estão se desgastando”, exemplifica ele, em entrevista à revista Você S/A. Nesse caso, é melhor planejar a mudança do que ser atropelado por ela. “Tenha a coragem de fazer a negociação de sua saída, quando sentir que o ciclo terminou para você”, é o conselho que dá.
Negociar a saída (ainda que seja só uma transferência entre departamentos) é bom para você, para o seu chefe e para os demais envolvidos. Porque você quer fechar ciclos, mas também abrir portas, não é mesmo? Via HSM Global
O studio Whitevoid, criou uma fachada muito interessante utilizando uma composição de materiais modulados, batizados de FLARE FACADE. Um material muito contemporâneo e atual. Observe os movimentos da fachada, muito bacana.
Grey goose vodka asked Puresang to design a full operating bar in their headquarters in Brussels. The design became a very exciting play of blue mirrors, cut in triangles and mounted in 3D against the wall to create more depth and tactility in the rather small space. The client asked for a high-roller drinking environment that could also be used as a meeting room. That’s why the high gloss bar runs over in the meeting table. The atmospheric light structure is custom made for this project and reflects the sparkles of ice. The wall at the end of the bar gives the room a dramatic feel without being too ‘product placing’. The bottles are used as a screen that feels as an ice wall. Light and projection of light are the main features in this room, creating different perspectives by changing the way you’re located in the space.
Design by : Puresang Pictures by : Frank Gielen Source : Dezeen
Where is everyone? é um ótimo artigo que passeia pelo gráfico acima explorando a interação entre as pessoas desde 1800 (quando você tinha que sair de casa e ir para a rua para se encontrar com os outros) até 2020 (a previsão é a do social news). Boa leitura para nosso atual 2009 e seus jornais agonizantes. Via UoD
Um pouco de atrevimento com do duo electro parisiense “Make The Girl Dance” com a música Baby Baby Baby!! que faz o clipe com 3 mulheres (Mathilde, Sarah e Marinha) cantando e passeando nuas na rua Montorgueil em Paris. Bom final de semana.
Nós vivemos em mundo de consumo e usamos esse mundo com uma terapia, como entretenimento, fantasia ou simplesmente uma válvula de escape. Contudo as lojas e os PDV nem sempre são tão atrativos assim e o que nos interessa, o produto, nem sempre é apresentado de uma forma adequada e encantadora. Hoje não adianta apenas apresentar o produto e deixar ele disponível no PDV, é necessário muito mais que isso, é preciso encantar o consumidor e fazer com que ele entre em uma imersão constante e realize realmente seus desejos e fiquem satisfeitos em atender suas necessidades.
Farmácias, postos de gasolina, lojas, armazéns e todo tipo de comercio precisam está atentos aos conceitos mais novos, os projetos precisam ser funcionais, agradáveis e feitos para o consumidor. Hoje quando decidimos comprar algo vamos lá e compramos, claro que sempre surge alguma novidade, sempre temos um impulso para pegar mais algum item que não estava planejado.
Você prefere comprar gasolina em um posto de gasolina sujo, assustador, mal iluminado ou em um posto moderno, com diferencias em design, iluminação e muito bem limpo? Acho que quando faço essa pergunta consigo entender realmente esse valor de se diferenciar no PDV. Hoje os consumidores compram menos e exigem mais de cada experiência. Gastam menos e exigem mas valor, em todas as categorias quem define valor é esse consumidor e isso é determinado pelo tempo, atenção e dinheiro que será gasto para decidir uma compra.
A alegria, o prestígio e o prazer produzidos por um brinquedo tecnológico ou por um par de sapatos recentemente adquirido - por mais caros que possam ser - agregam mais valor ao preço do consumidor. E se a experiência da compra for impressionante, eu tenho certeza que o retorno é garantido e o negócio se torna mais viável para ambos, pois alem de manter uma fidelização os consumidores são automaticamente acoplados emocionalmente com o comercio, assim é possível criar uma rede de relacionamento externo com amigos e conhecidos dos clientes satisfeitos.
Quando nós encontramos uma loja fantástica hoje - uma loja que é digna de nossos atenção, tempo e dinheiro - nós estamos vendo realmente um milagre e um entendimento melhor do negócio. Nós devemos dizer ao mundo sobre ele e nós devemos exijir mais dele. Vender o varejo é um negócio extremamente complicado e essa experiência deve ser potencializada, o PDV merece muita atenção e cuidado em seu planejamento e execução. A arquitetura e Design estão inseridos no marketing e é ponto fundamental para se obter sucesso em qualquer negócio, contudo essa atenção do varejo talvez esteja mais próximo da mágica do que qualquer outra coisa. Fotos The CoolHunter
Tinha visto um dia desses na Globo News, uma reportagem de uma vela gigante, estilo aquelas que são usadas em Kite Surf que estavam sendo comercializadas para ajudar na automia de grandes embarcações. E hoje descobri esse projeto magnifico que foi imaginado pela société STX, o "Eosas" , Navio Ecológico que inova tanto em seu funcionamento quanto em sua concepção. Mede 305 metros e pode navegar com até 3.400 passageiros.
Uma das particularidades desta embarcação está em sua forma de autonomia em navegar, pois suas 6 grandes velas que totalizam uma superfície de 12.440m² permite a propulsão inteira do navio pela força dos ventos. Quando o vento é fraco as velas ajudam a economizar o uso do combustível. Além das velas, o navio é todo produzido com materiais reciclados que diminui consideravelmente a emissão de carbono.
A previsão de conclusão do projeto está estimada de 3 a 5 anos nos mares Europeus. Muito bem, todos estão seguindo o fluxo de um mundo mais sustentável, não podemos deixar que isso seja apenas uma modinha, tem que ser realidade em tudo que fazemos. É tudo uma questão de cultura.
Enquanto os advogados da Sadia e da Perdigão dão os últimos retoques no contrato de fusão das duas empresas, na frente publicitária já está tudo pronto para o anúncio oficial.
A notícia será dada pela atriz Marieta Severo em uma estratégia semelhante à adotada no anúncio da criação da gigante InBev, em 2004, que teve Antonio Fagundes como garoto-propaganda.
Ao mesmo tempo, a agência Young & Rubican, dona da conta da Perdigão, também já preparada uma ofensiva publicitária com quatro comerciais para reforçar a marca. Via 4P Blog Exame
Um conceito muito interessante e que desperta a atenção para um público mais exigente e que procura sempre se superar em atitudes e comportamentos. As fotos ficaram excelentes, o tratamento de imagem, nem se fala. É possível encontrar elementos ligados ao Luxo que é um dos valores trabalhados pela marca Perrier mundialmente. A campanha foi realizada pela Ogilvy Paris com a ajuda dos criativos Jean-Yves Lemoigne e Frédéric Planchon.
Através de traços suaves e harmoniosos, a francesa Sophie Griotto descreve poesia pura. Os detalhes deixam de ser apenas detalhes e crescem aos olhos, dão moldura, trazem um charme que é bem peculiar dos franceses.
O ponto de partida é a mulher parisiense - urbana e sofisticada - e tudo que a cidade envolve, seduz bem discreta, sutil. Com ar blasé, sobrancelha arqueada, aquela sensação de que nada abala, onde não existe sinal de exclamação para nada nesse mundo. Dica de OPequi
O New York Times está a todo vapor pesquisando como entrar na era digital. Com a fragmentação das mídias e o avanço da internet, a receita publicitária está desaparecendo. O modelo “papel” parece não funcionar mais, o problema é achar algum formato para substitui-lo. No útimo andar no seu Quartel General em NY, existe uma área de pesquisa e desenvolvimento criando protótipos do “Jornal do Futuro”. No vídeo abaixo você vê alguns desses protótipos. Via HSM
É possível que você estranhe os óculos escuros desta loirinha tomando banho de espuma no video abaixo, mas Melody Gardot aos 19 anos sofreu um acidente de bicicleta que além de várias fraturas lhe causou sérios danos afetando suas habilidades cognitivas.
Os médicos lhe recomendaram então musicoterapia para se recuperar e Melody, que já tocava piano, aprendeu a tocar guitarra. Influenciada por Duke Ellington, Andre Previn, Janis Joplin, Gershwin, Thom Yorke entre outros, hoje aos 24 anos ela começa a despontar no cenário musical americano.
As sequelas do acidente lhe levaram a usar óculos escuros devido à hipersensibilidade à luz, assim como uma bengala e o mais curioso (e triste) para uma cantora, é que se tornou hipersensível a ruídos e certas faixas de som que a obrigam a usar tampões de ouvido.
Há quem diga que sua voz tenha um ‘quê’ de Norah Jones, se você gostar do estilo confira o video e após o jump, outro video com Herbie Hancock no Abbey Road. Via UoD
Fico impressionado como o processo de compra no B2B (business to business) é tratado pela maioria dos profissionais de marketing como sendo inteiramente racional. Assim como no B2C, as transações entre empresas são motivadas por fatores emocionais.
As compras por impulso tem incidência mais baixa (apesar de acontecerem), mas se tratando de seres humanos negociando, não dá pra acreditar que seja um processo frio e totalmente consciente. Por envolver aspectos mais complexos e uma pressão maior, acredito que o inconsciente exerce um poder mais intenso sobre tais decisões.
Do lado do cliente há uma pessoa. Seja o dono da empresa, o presidente, um gerente ou um profissional de compras, ele busca aspectos como segurança, oportunidade de crescimento profissional, comodidade (em casos de compras que facilitarão seu trabalho), aceitação por parte da equipe, status, entre outros. Além disso, fatores como medo do desconhecido, receio em relação a mudanças, comodidade e até o sentimento de ameaça podem ser obstáculos significativos no processo. São esses sentimentos que despertam a demanda e influenciam a decisão por uma marca, pois, por trás das necessidades empresariais tem sempre um componente emocional.
Leva vantagem a empresa que consegue detectar as necessidades dos envolvidos (usuários, decisores, compradores ou influenciadores) e dá garantias de que elas serão satisfeitas. Lembrando que, na maioria dos casos, esses profissionais não tem consciência de que tais necessidades existem.
Os aspectos funcionais, entretanto, tem um papel importante neste processo. São elementos que, junto aos motivadores emocionais, darão as garantias necessárias para que o profissional reduza o risco e sinta menos medo. Ou seja, são apenas uma pequena parte do processo. Sozinhos, eles não significam nada.
O presidente de uma multinacional, por exemplo, ao realizar a compra de um sistema ERP, provavelmente optará pela marca SAP, pois, se compra outra marca e ocorre um problema, ele arcará com conseqüências desagradáveis. Ao escolher a marca mais conhecida e respeitada, ele transfere toda a responsabilidade para o fabricante. Ou seja, o principal benefício da marca é a segurança que traz ao reduzir o medo.
Um caso interessante e o da consultoria McKinsey. Seus consultores são profissionais de altíssimo nível, com remuneração acima da média, mas o trabalho realizado é extremamente desgastante. Com isso, esses profissionais não permanecem na empresa por muito tempo. E a McKinsey certamente sabe disso. Assim como os profissionais quando resolvem encarar o desafio. Ao saírem da empresa, tais profissionais se tornam presidentes ou diretores de grandes corporações. E, ao buscarem uma consultoria, procuram aquela empresa na qual confiam mais. Ou seja, a McKinsey. Uma estratégia fantástica.
Mesmo em caso de licitações, onde o preço tem papel preponderante, uma comunicação bem planejada e não direcionada somente para a ocasião pode influenciar o inconsciente da equipe que avalia os aspectos técnicos do produto, tendenciando o processo de forma totalmente legal.
Portanto, encarar as transações B2B como um processo emocional pode ser uma fonte grandiosa de vantagem competitiva. É um recado que vale para as empresas e, principalmente, para as agências, que podem desenvolver trabalhos voltados ao B2B e, ao mesmo tempo, são organizações que tem outras empresas como cliente. Via CHMKT
The Martin Jetpack custa U$100,000 e é capaz de ficar 30 minutos voando com 60mph e uma distancia de 8,000 pés. Muito legal essa invenção, já vimos por aqui no carnaval, mas agora acho que é pra valer, já está sendo comercializado só precisamos saber as leis de trânsito aéreo para sair voando por ai.